Parece que, à medida que o tempo passa, me sinto mais entusiasmada por ter tirado a carta. Acho que na quinta-feira era só uma coisa irreal, que me parecia mentira... Sentia quase que não o merecia. Já vai sendo diferente... Quanto mais tempo passa, mais feliz fico por isso. A verdade é que o exame estava-me a deixar num stress enorme... Mas agora, já vejo as coisas doutra maneira. Encaro as grandes vantagens... A liberdade que me dá tirar a carta, tendo em conta o meio em que moro. Estava sempre dependente doutras pessoas para sair de lá, uma vez que até os transportes públicos são escassos. E nem sempre a minha mãe estava disponível... Ou então tinha que fazer grande esforço por isso. Além disso, tenho plena consciência de que não sei conduzir em condições. Epá, aprendi a lição, sei o que é suposto fazer... Mas a condução é uma questão de experiência. O lado positivo da coisa é que não vou pegar num carro e fazer loucuras, com a mania de que sei conduzir. Talvez daqui a uns tempos, quem sabe uns anos, a história seja outra e eu até me torne numa boa condutora. Pelo bem estar da população, esperemos que sim! De momento, tenho amigas destemidas a chular-me por boleias e para ir às compras. O que não vai acontecer tão depressa, como se pode esperar.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Estranho, mas óptimo
Eu achava que as probabilidades de ter um 20 na faculdade eram iguais às de ganhar o Euromilhões. Até que hoje recebi o telefonema duma colega minha, eufórica... A anunciar-me o meu 20 a Programação. Fiquei radiante. Só me apetecia guinchar e dizer ao L.. Depois, ainda achei que ela poderia estar a gozar-me... Mas não, era completamente verdade. Está na pauta. 20. E foi como ela disse... É a prova de que, se nos esforçarmos, conseguimos. Portanto, depois desta época de exames, o segundo semestre do segundo ano vai ser diferente. Vou dar tudo de mim... Tem que ser. Não tenho a vida toda para acabar este curso da treta, que me dá cabo dos miolos. Portanto, tenho que me consciencializar de que tem que ser. É claro que a gracinha do 20 não se vai voltar a repetir (qual é a probabilidade de ganhar o Euromilhões duas vezes?), mas não posso deixar nada por fazer. Já contando que me deixam ir a época especial de Cálculo III. Têm que deixar!!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Actualizações
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| Marilyn Monroe |
Este blogue tem andado ao abandono, com a sua dona super ausente. Não tenho vindo cá, por não me querer expor demasiado. Até já pensei em apagá-lo... Há dias em que sinto tanto e tantas coisas, que escrever na Internet não seria boa ideia.
Entretanto, a época de exames tem corrido pior do que alguma vez imaginei, muito por minha culpa. Tenho medo de me andar a "passar" novamente... No fim do segundo semestre, estive por um fio e acho que não voltei a recuperar. Não sei, talvez haja muito em mim por resolver.
Contudo, a minha vida não é feita de coisas más. Hoje tirei a carta (ainda nem sei como!) e, sim, é uma coisa boa... Mas não me sinto muito feliz por isso. Sinto que ainda tenho muito que aprender e que não é por ter uma licença que me autoriza a conduzir que me devo sentir mais e melhor. Sinto-me mais aliviada...
Continuo a preferir as coisas mais pequeninas, as que me deixam feliz enquanto duram. Um abraço apertado do namorado ou um bocadinho sentada à janela da Santini a saborear um bom gelado. Tenho andado em baixo, triste. Mas sei que tenho que saber dar valor àquilo que tenho.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Divagação de quem está a estudar Programação
Dizerem-me que só percebo o que damos em Programação porque o meu namorado está a estudar Engenharia Informática é o mesmo que me dizerem que no Secundário era boa a Educação Física porque o meu ex-namorado estava em Desporto. A propósito, eu sou mesmo uma porcaria em TUDO o que implique mexer o rabo do sofá.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, fico lixadinha da vida quando me dizem essas coisas... Mas passa relativamente rápido e deixo de ligar ao que dizem. É a minha sorte... Até sei lidar muito bem com certas boquinhas, porque o efeito é pouco duradouro. Bitches.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O fim de 2012 e o início de 2013
O L. perguntou-me inúmeras vezes se tinha gostado. A resposta não poderia ser mais sincera: sim, sim, sim :) Confesso que o meu nervosismo estava à flor da pele no dia 31... Por tudo o que iria acontecer. Ir à terra dele não é o mesmo que ir à casa dele em Lisboa... É o ambiente dele, são as coisas dele, os sítios dele, as pessoas dele. A vida dele. Claro que o que me estava a pôr mais nervosa e em completo devaneio era a família dele... Sei lá. Não me sentia à altura, nem com coragem. Como se não bastasse, a passagem de ano iria ser com amigos dele... Sim, conhecia alguns. Sim, são porreiros. Mas, lá está, não consigo controlar as minhas inseguranças.
Apesar de todos os medos iniciais, tenho a certeza que o início do meu ano não poderia ter corrido da melhor maneira. Num ambiente de super boa onda e, o mais importante, com a pessoa que mais amo. Nervosismo (e vergonha, segundo o menino L. e respectiva família) à parte, foram uns dias verdadeiramente bons. Tranquilos. Felizes. Também me fez bem parar de trabalhar nesses dias... Estava mesmo a precisar duma pausa.
Sem me querer repetir, mas já frisei que a companhia não poderia ter sido melhor? Ele é deveras importante e especial.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Volto já ao relatório!
Eu queria desejar-vos um bom ano. Também queria falar sobre a minha passagem de ano e sobre os últimos dias em geral. Queria acompanhar a coisa com umas imagens engraçadas. Hmmm... E coisas desse género. Porém, como isto está, vou voltar ao relatório de Termodinâmica e deprimir com as porcarias que tenho para estudar.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Lisboa, Lisboa
Não percebo as pessoas que não gostam de Lisboa. É uma cidade que satura, é certo. O stress abunda e chega a um ponto que dá vontade de berrar e fugir para a "pasmaceira" que o Alentejo permite. Mas não é por isso que deixa de ser uma cidade bonita e cheia de coisas maravilhosas. Sinto que ainda conheço muito pouco... Tenho ido ao mais banal e nem tanto. Mas ainda tenho uns quantos anos de Lisboa pela frente e quero saber aproveitá-los para conhecer uma cidade daquelas como deve ser. Andar a pé, por lá, é tudo o que se precisa, se for dado valor aos pormenores. E o quanto eu gosto de andar de autocarro à janela, de phones nos ouvidos, e perder-me nos pensamentos, enquanto olho para caminhos que já conheço tão bem? O que eu mais gosto é de aproveitar os pequenos prazeres que viver lá durante grande parte do ano me proporciona. Dou em maluca, por vezes... Mas gosto.
O meu mocho
O telemóvel não é a única coisa que costumo perder. Desde Setembro que não sabia do meu colar preferido... O do mocho. Não é um mocho qualquer. Adoro colares desses, mas comprei o único que me chamou a atenção ao ponto de dizer "é este". Sim, são relativamente comuns... Mas aquele é perfeitinho para mim. E perdi-o... Não sabia se o tinha deixado no Algarve, no Alentejo ou em Lisboa. Ou se simplesmente me tinha caído da mala... E pronto. A minha mãe achou-o e mereceu um mega abraço, de tão feliz que fiquei. Como aquele não há!
Distraída? Eu? Nããão...
God! Estou farta de perder o meu telemóvel vodafone na minha própria casa. Desta vez, estava desligado. A minha mãe encontrou-o algures... Desde ontem que estava desaparecido. Sou mesmo desnaturada...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Segunda, chega!!
Foi há quase uma semana que o vi pela última vez. Parece pouco tempo e sim, eu sei que é... Mas já não consigo controlar as saudades. Tenho vontade de o abraçar e de o ter junto a mim... De sentir que o mundo nos pertence, só pela tranquilidade da coisa. Segunda-feira à tarde, chega rápido.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
movie's time
Não costumo ver muitos filmes ou séries em tempo de aulas. Quem diz aulas, diz época de exames. É verdade que faço inúmeras coisas cuja produtividade é nula, mas com cinema não costumo ter remorsos. Contudo, ontem vi um filme que já andava para ver desde que saiu... The Perks of Being a Wallflower ou, em português, As Vantagens de Ser Invisível. Está só brutaaaal, adorei, que filme! Se ainda não viram e têm tempo para ocupar com isto, aconselho vivamente. E, agora, alternando entre folhas de exercícios que abro quando a minha mãe entra no quarto, estou a ver alguns episódios de Perception. Vi dois ontem à noite e agora mais um... E gostei imenso. No que diz respeito ao tipo de séries em que resolvem crimes, este género é o meu favorito. É que já não se pode com aqueles banaizinhos... Eu gosto destas séries assim, que envolvem a mente. Assim mete mais piada. Bem, vou ver mais um episódio! E é o último, prometo.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Feliz Navidad (*)
Não sou a maior fã do Natal, é sempre aquele dia em que sofro em silêncio, mas no qual tento ao máximo entrar no espírito da coisa. Adoro as histórias que incluem casas cheias de gente e crianças felizes, muitos doces e uma mesa decorada a rigor. Nunca perdi a esperança de um dia ter isto... E de o proporcionar à minha mãe, que é das pessoas que mais sofre com esta altura do ano. Um ano... Será assim :) É que eu acho que não me posso queixar, se nunca me esforçar para mudar o que está mal.
Feliz Natal aos meus leitores queridos. (*) E leiam o título ao som deste refrão.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Terá que ser esta semana
Algures lá para quarta-feira, vou arranjar um tempinho para as compras de Natal. Tem meeeesmo que ser! Para os primos e para os tios, já tenho algo em vista... Para o namorado, assim assim. Para a minha mãe, queria algo diferente, simples e especial. Pensei em algo relacionado com o Natal. Ou velas fofinhas, que recentemente deu-lhe para gostar daquilo. Para as melhores amigas a quem quero dar presentes, já está quase escolhido... Quero-as quentinhas. Para o melhor amigo, é complicado, mas também já tenho uma ideia. Só há uma prenda que eu não tenho sequer ideia do que quero oferecer... É para a minha Amiga Secreta. Mas tenho a certeza que surgirá algo! E vou ter que comprar tudo numa hora ou duas... Está bonito, está.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Mais e mais problemas fúteis
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| Roxy |
Estou a precisar imenso duma camisola deste género, uma vez que todas as que tenho me estão curtas e apertadas. Talvez por há três ou quatro anos não comprar nenhuma... Esta é bem gira, mas, como não é uma coisa que use assim tanto, não penso que valha o dinheiro. E, agora que preciso, a Pull&Bear lembra-se de só ter coisas horríveis. É que as minhas são sempre de lá, porque costumam ser engraçadas... Pode ser que, quando chegar a nova colecção, se aproveite alguma coisa.
Bahhhh!
Em época crítica de finanças, por causa dos presentes de Natal, os meus phones lembram-se de deixar de funcionar como deve ser. Passados dois ou três anos, nem sei ao certo (acho que dois), deixaram-me ficar mal na viagem de comboio de sexta-feira... Posto isto, vou ter que poupar nas prendinhas (pode ser na da minha mãe, que nunca me dá) e comprar uns novos. Até já estive a ver que há uns da Apple novos... E eu gostei tanto dos meus, que devo investir nisso. Esta semana, lá terá que ser!
sábado, 8 de dezembro de 2012
Dê lá por onde der
Nem que seja sozinha, quero ir ver as luzinhas de Natal em Lisboa. Tenho imensas coisas para fazer, montes de trabalhos (projectos, relatórios e porcarias) para entregar, montes de coisas para estudar... Mas acho que se não espairecer um bocadinho, dou em maluca. Este semestre tem sido para esquecer... E o próximo vai ser pior.
Christmas at home
A minha mãe montou a árvore com a minha ajuda e, agora, sou eu que a vou preencher. Excluo as coisas pirosas que há cá em casa, meto só as mais bonitas. Uma ou outra que gosto menos, mas que sei que a minha mãe gosta, são colocadas algures lá para trás. Fica junto à parede, ninguém vê! Pus a tocar o álbum Christmas, do Michael Bublé. A minha mãe disse que ia buscar o presépio, mas deve ter ido à China buscá-lo, porque ainda não apareceu. Gosto imenso do nosso... É relativamente novo, acho que do ano passado, simples e querido. Como eu gosto. Quando era pequenina, a minha mãe comprou um presépio às peças e, como o dinheiro não abundava, ela só me comprou dois Reis Magos, na esperança que eu não percebesse. Nunca gostei dele, por isso mesmo... Achava-o deficiente. Mas agora temos um mesmo giro!! A minha mãe também disse que ia buscar uma toalha de Natal, que comprou este ano, e eu acho bem. É verdade que esta época me custa, porque pronto, a família é a família. Contudo, é com estas coisinhas que vou entrando no espírito.
Do dia que começou há bocadinho
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
As melhores noites desta semana
Ahhh, finalmente a minha caminha, no conforto que a minha querida mãe me proporciona. Mas os braços dele continuam a ser a minha cama preferida. É que não há mesmo melhor do que ele ser a última pessoa que vejo antes de dormir e a primeira mal acordo. É das melhores sensações... E só quero abraçá-lo e querer prolongar aquele momento de felicidade para sempre. Podemos não estar sozinhos... Até podemos estar a dormir num cobertor estendido no chão (vida de estudante!)... Tê-lo junto a mim torna tudo melhor :)
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
"He will always be the best"
Não sei se custa mais por ser dia cinco de Dezembro. O sentimento de perda e a tristeza imensa não atenuam nos outros dias só por causa da data que o calendário apresenta. Se penso mais vezes por dia nisso? Sim, isso já é verdade. A proximidade de Dezembro traz-me recordações acrescidas. O simbolismo da data de hoje faz-me lembrar aqueles dias, o que as pessoas me diziam, o que eu sentia... E o facto de ser neste mês faz-me não gostar - ou não ligar - ao Natal. Sei que, um dia, isto vai mudar... Talvez quando eu criar a minha própria família. Mas, entretanto, falta-me o simbolismo da minha noite de dia 24, passada na sua companhia, sempre, sempre. Porque era assim que eu queria e gostava... Depois passava o dia com a minha mãe, e era bom assim, fazia sentido ser assim. O certo é que já lá vão quatro anos e parece que foi há tão pouco tempo que o telefone tocou a anunciar... Quatro anos, em que fui obrigada a ter (ainda mais) responsabilidades e pressão, ao mesmo tempo que exigiam que estivesse tudo bem, que não misturasse emoções. Para dizer a verdade, prefiro assim... Não gosto que a maioria veja o meu lado mais frágil. Neste momento, dou por mim a ter saudades de tantas coisas ao mesmo tempo... Das conversas ilimitadas, dos abraços, das chatices, dos passeios, das secas, dos almoços. E, ao lembrar-me de tanta coisa, sinto que não podia ter tido um pai melhor. Apesar das suas inúmeras limitações, nunca me faltou em nada e fez o que pôde e o que não pôde por mim. Espero ter retribuído, enquanto tive tempo para isso.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
*desabafo*
Não me consigo lembrar do último dia que correu realmente bem. Se calhar estou só a ser demasiado exigente com tudo... Comigo, principalmente.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
guilty pleasure
O Guilty, da Gucci, é dos meus perfumes preferidos de sempre. No entanto, o preço não é nada apetecível, e nunca quis pedi-lo à minha mãe... Aliás, mesmo que lhe pedisse, acho que era o mesmo que nada, visto que ela ia olhar para o preço e chamar-me maluca. Mas estou com vontade de, no próximo ano, cometer uma loucura, juntar algum dinheiro e comprá-lo de vez. Estou a namorá-lo há mais ou menos dois anos, acho que vai mesmo ter que ser! Talvez com o dinheiro que costumo receber no Natal... Vais ser meu um dia, pequenino. Vais, vais.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Os presentes de Natal
Ainda não pus na cabeça que falta tão pouco para o Natal. Não é que eu adooooore a quadra, mas há certas coisas que não posso deixar de fazer. E, por acaso, se há coisa que eu gosto, é de comprar presentes de Natal. Gosto de escolher aquela coisa para cada pessoa. Contudo, este ano estou sem cabeça para isso. Não me apetece nada! Mas lá terei que arranjar um tempinho e ir às compras qualquer dia. Mesmo que não me apeteça, para as pessoas que merecem (e não as que tem que ser) continua a valer a pena.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Faculdade, assim você me mata
A quantidade de coisas que eu tenho para/por fazer é proporcional ao meu cansaço. O esforço dispendido é inversamente proporcional à maior parte dos meus resultados. Por isso, parem de perguntar como está a correr a faculdade! Se não tiverem mais nada para perguntar, não perguntem. Não quero falar sobre isso.
O L. vai-me bater depois de ler isto, mas eu quero fazer queixinhas na mesma
Depois das férias do Verão, em que estive dois meses sem o ver, valorizo ainda mais o facto de o poder ver todos os dias (úteis) na faculdade. Mas só eu sei as saudades que tenho do tempo em que podíamos estar só os dois, noutro sítio qualquer, longe do comum. Há meses e meses que não sei o que é apanhar o metro para ir passear com ele, a qualquer sítio. "Quando tivermos tempo, eu fico cá um fim-de-semana contigo para irmos a Belém. Sim, um dia vamos não sei onde." Sim, sim, quando tivermos tempo. Tradução: NUNCA vai acontecer. Hoje estou triste com isto. Só por isso, vou comer chocolate! Mas pronto... Hoje também já o vi com aquela blusa que lhe fica tão bem.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Por Ele
Invariavelmente, não há ninguém que não tenha sofrido - mais ou menos - por amor. Há quem fique descrente durante tempos e tempos. Há quem parta logo à procura doutra aventura. Há quem dramatize. Há quem não se preocupe. Contudo, a vida continua. Por vezes, dá voltas e cambalhotas como nunca sonhámos. As melhores coisas que temos numa altura podem-se tornar completamente dispensáveis noutra e factores que nem sabíamos existirem tornam-se essenciais. É preciso aceitar certas mudanças e saber seguir em frente. Acima de tudo, é necessário arriscar e não deixar escapar aquilo que se pode vir a tornar no melhor que tens na tua vida. Até pode não ser para sempre, porque, lá está, ninguém sabe as voltas que a vida dá... Mas deve ser valorizada ao máximo, em cada segundo. Arriscar o meu coração e a minha estabilidade pelo L. foi a melhor coisa que fiz no último ano. E sinto que cada dia faz mais valer a pena.
domingo, 25 de novembro de 2012
Depois de uma conversa sobre relações e coisas do género
Ao contrário do que muitas pessoas às vezes me dizem, acho que o amor também precisa de rotinas. Quando uma relação é totalmente imprevisível, cansa pelos esforços não compensados... E há hábitos bons, que sabem ainda melhor ao serem partilhados com a pessoa que mais amamos. Contudo, já concordo quando falamos em monotonia, em vez de rotina. Acho que são termos confundidos, quando se fala destas coisas. Aí, sim... A monotonia, a incapacidade de nos surpreendermos... São factores que podem matar muita coisa, mesmo que haja amor.
Mais futilidades
Actualizações
Dona i. anda com muito que fazer e ainda se tenta dedicar ao blogue. Então, deu-lhe para brincar com o template aqui do sítio, sem guardar nada do que estava para trás... Vai daí, fez porcaria e não sabe onde raio tem guardadas as imagens antigas. Portanto, fica uma qualquer durante algum tempo, porque agora a i. tem que ir tratar dum relatório e arrumar umas coisinhas da faculdade. As brincadeiras (que dão para o torto) com o grafismo do blogue ficam para depois. E adora falar na terceira pessoal do singular, está visto.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
I miss home
Acho que ando com saudades de tudo o que representa a família e o Alentejo. Não vou a casa há imenso tempo e, agora que penso nisso, ainda não apanhei uma única vez a lareira acesa e os serões sentados lá sem dizer nada, mas a fazer qualquer coisa de útil para a sociedade. Ainda não comi as minhas belas migas e só provei a boa da açorda, porque a minha mãe veio a Lisboa e fez. Já para não falar do meu sentimento de protecção pelas pessoas que moram em minha casa... Preciso de ver com os meus próprios olhos que está tudo bem. Preciso do abraço apertado da minha mãe, da rabugice da minha avó que me adora e do meu avô a perguntar quando é que eu acabo de tirar a carta. Preciso dos meus primos mariolas, são os meus pequeninos, e dos meus tios em modo troll. E a família do lado do meu pai... Já tenho saudades, já. Acho que daqui a bocado vou fazer a mala (que preguiça)... Cansa-me imenso ir lá abaixo, e perco sempre imenso tempo de estudo e trabalho, mas tem que ser. I miss home.
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