Enrolou-se na manta, encostou-se para trás no sofá e fechou os olhos. Sentia que, se ficasse assim, perderia a noção do tempo e do espaço. E era só disso que precisava. O barulho dos carros desaparecera. Era como se fosse só ela, perdida nos seus pensamentos. Aos poucos, foi sentindo que já nem isso lhe pertencia. Os seus pensamentos deram lugar a um não pensar constante, nada lhe atormentava a alma. De repente, assomou-lhe à ideia que gostava desse estado de letargia. Era agradável. Parecia que nada no mundo a poderia afectar, nem mesmo o seu mundo da treta onde estava tão vincada, de onde não conseguia sair. Constatou então que o facto de se aperceber disso mesmo significava que voltara a pensar. Já não estava naquele estado bom. A fuga tinha sido curta e já havia terminado. Cerrou os olhos com mais força, para tentar voltar ao estado bom de não ser mais do que nada. A verdade é que queria ser mais forte do que as lágrimas que teimavam em espreitar. Lembrou-se que estava semi nua. Aquele mau estar tinha-a apanhado enquanto vestia o pijama e esquecera durante algum tempo o que se estava a preparar para fazer. Dormir. Apercebeu-se então que tinha sido o medo a fazê-la esquecer. Medo de dormir. Medo dos pesadelos que a mente insistia em mostrar-lhe. Dirigiu-se para o quarto com o pensamento de que, se adormecesse sem pensar em nada, o sono lhe podia trazer o descanso que já não tinha há semanas. O descanso merecido.
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Resumo da minha tarde
Dormir cinco horas da parte da tarde ajuda a tudo, excepto aos remorsos de não fazer nada da vidinha.
Fim-de-semana a saber a pouco
A dona i. já estava a precisar do fim-de-semana. Andei a fritar com o teste de ontem (este semestre vai ser para esquecer...), estou doentinha e ando super cansada. Por isso, dois dias com menos preocupações ajuda e muito. Contudo, o meu quarto está um pandemónio (até tenho vergonha!) e esperam-me tantas coisas por fazer da faculdade, que até assusta... Se não fosse ter que ir à minha aula de simulador (aviso já que até parada sou péssima a conduzir), não passava do pijama. Mas, assim que cheguei a casa, voltei a vesti-lo. Ia jantar a casa de uma das minhas melhores amigas, e era tão bom, mas parece que o facto de estar doente não ajuda nos planos. Contudo, agora vou fechar os olhos por um bocadinho, deitada no sofá, com a minha mantinha preferida... E depois logo penso em Cálculo Diferencial e Integral III. Até logo!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Já me conheço
Já me conheço. É tão mais fácil rebentar na hora em que algo acontece. No momento em que algo nos magoa e nos incomoda. Em que algo nos afecta. É tão mais fácil berrar e dizer tudo na cara, mal haja razão para isso. Contudo, eu não sou assim. Tenho pena, mas não sou mesmo assim. Algo acontece e eu guardo; daqui a bocadinho, volta a acumular, por qualquer coisa; e assim sucessivamente, até chegar ao ponto em que uma pequena coisa leva a uma grande gritaria. Claro que, aí, vai parecer completamente estúpido eu estar a fazer fita por algo tão ridículo. Mas a verdade é que não vem daí, vem de trás, e ninguém vai achar bem eu rebentar. Os últimos tempos têm sido assim... Há assuntos que já rebentaram, há outros que acho que ainda estão por rebentar. Como disse, já me conheço... E tenho medo do que possa vir daqui. É que, mesmo que alguém se preocupe e me venha perguntar o que é que se passa, a verdade é que não se passa nada. Está tudo bem. Ou, pelo menos, eu acho que está. Não sei... Talvez ande demasiado nervosa. Talvez ande a dar demasiada importância ao que não devo. Talvez seja só uma fase. Talvez... Nem sei. Talvez até só precise de descansar a cabeça e o corpo. Uma dose industrial de mimos também ajudaria. Só espero que isto me passe... É que ando a sentir-me uma autêntica loser.
domingo, 23 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
It's wedding time
Aproxima-se o dia em que acompanharei um primo meu ao altar. O vestido está comprado desde o fim de Julho e em minha casa desde Agosto. Os sapatos e a mala foram adquiridos algures já em Setembro. Os brincos há relativamente pouco tempo e o colar há umas meras horas (não o adoro, mas espero que dê para desenrascar). Não acho que vou ser uma madrinha linda, mas isso é o que menos me preocupa... Às vezes, não me sinto à altura. Sei que, se a vida fosse doutra maneira, o meu pai e uma outra tia do meu primo é que estariam ao seu lado, naquele dia. Sempre o ouvi dizer que gostaria que fossem eles os padrinhos de casamento... Como as circunstâncias são outras, o meu primo quis que fossem os dois primos em primeiro grau: eu, filha do tio, e o outro primo, filho da tia. Meu Deus... Nunca pensei sentir tanta pressão em cima. Sinto que estou no lugar do meu pai e que só isso já me obrigaria a estar o melhor possível, tal como Ele estaria. Ele é a pessoa que este casamento mais me recorda. Às vezes, quando estou a preparar qualquer coisa, dou por mim a pensar em como faz falta, em como devia estar cá... E não está. Penso muitas vezes no que é que ele faria no meu lugar. No jantar que o meu primo fez com os amigos e com a família, em jeitos de despedida de solteiro, dava por mim a pensar que só faltava o meu pai a entrar por aquele portão... As lágrimas assomavam-se, mas eu continha-as. Até ao momento em que o meu primo decidiu brindar-lhe e eu não me consegui conter. Foi um momento bonito, que não deixou de me afectar... Independentemente de o sentir comigo, a presença física é demasiado importante. Por vezes, não valorizamos o facto de as pessoas de quem gostarmos estarem connosco. Menosprezamos. Tomamos como garantido. Achamos que vão estar lá para sempre. Mas não vão... Às vezes, partem quando menos esperamos e nem temos tempo de nos despedirmos. E, mesmo que nos despeçamos, vão ficar a fazer falta durante toda a vida, porque há lugares que jamais se preencherão. Sábado, espero deixá-lo orgulhosa... Contudo, o que mais quero é que os noivos se dêem bem no futuro. O que desejo de melhor para mim, também o desejo para eles. Sei que merecem.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Medos
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| Kate Hudson |
Tenho medo de cães e de gatos desde sempre. Comecei a ter medo da minha garagem. Tenho cada vez mais medo do trânsito. Tenho medo das sombras à noite, na minha rua. Tenho medo de ser fraca e de não conseguir erguer a cabeça. Tenho medo de deixar transparecer as minhas fraquezas e de não saber lidar com isso. Mas aquilo de que mais tenho medo é de perder as pessoas de que mais gosto. E às vezes, gostava de lhes mostrar mais os quanto as valorizo... Porque uma coisa é o que eu sinto, outra é aquilo que eu transpareço. O certo é que, por vezes, por trás de uma cara de gozo, está um coração derretido. Já melhorei... Já falo mais sobre mim. Já dou mais abraços. Já digo mais às pessoas o quanto gosto delas. Talvez por ter crescido...
sábado, 15 de setembro de 2012
Say "hello"!
Setembro de 2010 - iPod
Setembro de 2011 - Mac
Setembro de 2012 - iPad
Em Setembro de 2013, não quero mais nada. Espero não ter que trocar o meu telemóvel até essa altura, que ele bastante me custou. Mas eu não consigo deixar de adorar a Apple... E agora, que queria um tablet, nem pensei muito para decidir que teria que ser um iPad. Ainda não "brinquei" muito com ele, mas vamos ser bons amigos... Fiz-lhe logo um seguro, que - como diz a minha mãe - quem tem para o cavalo, tem que ter para a sela e eu não quero perder tanto dinheiro com algum descuido meu... Este fim-de-semana, vou tentar ambientar-me e meter-lhe já as coisas de que preciso para a faculdade. Sim... As aulas só começam na segunda-feira, mas há professores que já marcaram testes e disponibilizaram documentos para levarmos para as aulas... De segunda-feira! Agora vai ser sempre a abrir. Tenho que gerir ao máximo o meu tempo. Quero ter tempo para a Praxe e para tirar a carta, sem pôr a faculdade e as pessoas para trás. Responsabilidade, onde andas tu? Preciso de ti, tipo... Já!
Férias = Leituras # o quarto
Não tenho actualizado esta pequena rúbrica por falta de tempo, mas vou terminar com o livro Quando Lisboa Tremeu, de Domingos Amaral. Li mais, nas férias, mas pronto...
Eu sou muito de ter expectativas em relação aos livros. A muitas outras coisas, não... Mas com os livros, eu crio ideias na minha cabeça, e depois é uma chatice quando fico desiludida. Como tal, lá meti na minha cabeça que este livro seria duma maneira, e depois... Saiu-me duma completamente diferente! Contudo, neste caso não foi mau que me tenha saído doutra maneira. Foi um livro que me prendeu e que me dava sempre vontade de ler mais um bocadinho. Juntando a história do terramoto de 1755 (adoro este tema desde que li O Dia do Terramoto, da colecção Viagens no Tempo, quando era criança), tem também uma história onde se cruzam personagens, que nós queremos estar sempre a acompanhar. Eu, pelo menos, queria continuar a ler mais um bocadinho, para saber a forma como as histórias se iam entrelaçar...
Parece que tem muitas páginas (para alguns), mas é de leitura leve e acessível. Por mim, está aprovado.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
O teu amor faz-me tão bem
Vou vê-lo quatro ou cinco dias mais cedo do que eu estava à espera... É motivo para me deixar morta de felicidade. Hoje vou-me deitar a pensar que já só faltam poucas horas para o ter comigo. Aiiii... Pareço uma criança ansiosa pela manhã de Natal. Sim... É isso.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A modos que um balanço. Ou uma actualização à pressa. Ou qualquer coisa do género...
Por muito que eu tentasse escrever de vez a vez, quando vinha ao computador, parece que tirei umas ligeiras férias do blogue. Pouca facilidade em aceder à Internet sem ser no telemóvel (para ler blogues, é um espectáculo; para escrever, horrível). Não divaguei por estes lados...
Já estou de volta à capital, a instruir-me no Código da Estrada (maratonas de seis horas de aulas por dia é dose!) e a começar a ver a Praxe do outro lado. Apesar de ainda não praxar directamente, por ser apenas de segunda matrícula, o dia de hoje fez-me valorizar imenso o último ano que passei. Está quase a fazer um ano que aterrei naquela faculdade, numa cidade enorme que não conhecia, a morar com pessoas que nunca tinha visto na vida. Enfim... Não me quero alongar, porque tenho que ir estender os meus pés cheios de dores (aqueles sapatos do traje académico são o horror) e o meu corpo cansado. Mas estou feliz. Daqui a uma semana, tenho cá o meu menino. O dia trouxe-me a sensação de "missão cumprida". Apetece-me voltar à rotina de Lisboa... E parece que acabou de começar.
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| Miranda Kerr |
terça-feira, 28 de agosto de 2012
♥
Hoje faz anos uma das pessoas mais importantes da minha vida. Conheço-o há menos de um ano, mas a verdade é que confio nele como se o conhecesse desde sempre. É o rapaz mais querido e amoroso que já conheci. Foi sem dificuldade que escrevi uma mensagem de dezanove páginas de caracteres (nunca pensei que conseguisse dizer tanto numa mensagem de parabéns...), porque o que sinto por ele é mais do que real e verdadeiro. Sabem quando o que sentem vos flui através dos dedos, e escrevem, e escrevem, e escrevem? Quando me apercebi, pensei "Tenho que parar" e foi o que fiz. Seja como for, o amor e o carinho que sinto por ele são uma coisa de outro mundo. Com ele, sou eu mesma. Se tiver um ataque de riso, sei que ele vai rir comigo; se só conseguir chorar, sei que ele me vai abraçar e fazer sentir que está tudo melhor. E só eu sei o que me custa não o poder ver hoje... Queria mimar o meu aniversariante preferido. Mas os mimos hão-de chegar, já não falta assim tanto... E uma prendinha croma, a condizer com ele, também há-de chegar.
Parabéns, meu amor.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
A surpresa
Na página do facebook da tão conhecida Pipoca, decorreu ontem um passatempo para ganhar um relógio... Dadas as condições do concurso (ao qual não me apeteceu concorrer, pelo que não o fiz), lembrei-me do último episódio ao qual não poderia meeeesmo chegar atrasada (e quase cheguei).
Foi em Junho, algures entre as duas épocas de exames... O meu namorado tinha ido uns dias até à sua terra e eu, confesso, estava cheia de saudades (ficava assim uma semana... Em quase dois meses é tortura!). No dia anterior a ele chegar, estava na faculdade a estudar, e tomei uma decisão, que revelei às duas colegas que estavam comigo "Amanhã vou buscar o L. de surpresa ao comboio". Elas fizeram logo uma festa e, de seguida, fizeram filmes, em que o imaginavam a sair da carruagem e a correr para os braços... De outra, que também estava lá à sua espera! Os habituais filmes do sexo feminino. Fui rejeitando todos os planos para o dia seguinte, de manhã, e tinha tudo marcadinho na minha cabeça. As horas a que tinha que acordar e os transportes que deveria apanhar.
Acordei a horas, mas surgiu logo um contratempo... A minha colega de casa já estava na casa de banho e eu não me podia despachar! Fiz outras coisas primeiro, mas já não me despachei à hora que queria... Saí de casa em cima da hora do autocarro que tinha que apanhar, para não mudar de transporte. Corri que nem uma louca e constatei que o autocarro estava atrasadíssimo... Então apanhei outro e depois mudei para o metro. E com isto faltavam para aí cinco minutos para o comboio dele chegar. Era só uma estação entre o sítio onde eu estava... Mas não sabia quanto tempo faltava para chegar o próximo metro! Lembrei-me que uma amiga minha TALVEZ viesse no mesmo comboio. Mandei-lhe mensagem. Fui informada de que eles estavam quase a chegar... Chegou o metro. Quem conhece a estação de Entre Campos, sabe que ainda vai um bocadinho entre a estação do metro e a dos comboios. Fiz esse percurso em tempo recorde... Nunca tinha corrido tão depressa. Ainda confirmei nas bilheteiras a linha em que o comboio parava, subi à pressa e cheguei antes dele... Depois desta correria toda, cheguei a tempo. Ele viu-me antes de eu o ver... Antes do comboio parar. Perguntou à minha amiga, que tinha acabado de encontrar "Mas o que é que a i. está aqui a fazer?" e ela fez aquele risinho e disse "Eu já sabia". Acho que só não corri para os seus braços, porque ela estava presente... Tinha tantas saudades. Corri mais naquela manhã do que no último ano, só para poder estar ao pé dele o mais depressa possível. E de surpresa...
Neste momento, se pudesse, ia a correr até ao sítio onde ele mora. Estas saudades andam a torturar-me... Mas é o que se tem. Já não falta assim taaaanto tempo para o ter nos meus braços...
Neste momento, se pudesse, ia a correr até ao sítio onde ele mora. Estas saudades andam a torturar-me... Mas é o que se tem. Já não falta assim taaaanto tempo para o ter nos meus braços...
*mais um desabafo académico*
As matrículas estão a fazer com que eu me sinta burra, com remorsos e sem conseguir parar de chorar.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Como se eu fosse muito burra, se faz favor
Alguém me explica como se eu fosse muito burra - mas extremamente burra, mesmo - porque é que os novos garrafões de água do Luso têm 5,4 litros? Mas que raio de número... Eu faria por compreender se fosse 5,5 ou 6,0, agora assim... Deve ser a minha mania por números redondinhos.
Há coisas que não se aprendem
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| Marilyn Monroe |
Sabem aquelas pessoas parvas que acham que os outros são capazes de fazer por si o que as mesmas fazem por eles? Eu sou assim. Por mais chapadas na cara e pontapés no rabo que leve, acredito sempre que, se eu faço determinada coisa por alguém, esse alguém também seria capaz de fazer por mim. E pronto... É desilusão na certa. Uma e outra e outra vez. Pode até não ser nada de grave, mas continuo a ficar desiludida... Raio da miúda que não aprende!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Qualquer dia, as férias chegam ao fim
Algarve com a família seguido duns diazinhos com as amigas da faculdade... E, já de seguida, devo voltar ao Algarve. Vou ter saudades disto quando voltar à rotina de Lisboa. Vou, vou...
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Férias = Leituras # o terceiro
O Rapaz do Pijama às Riscas é, sem dúvida, um livro de leitura juvenil e, portanto, bastante acessível. Para dizer a verdade, há imenso tempo que não lia nada do género! Já nem estava habituada... Perante o mediatismo, estava à espera de algo diferente. Com mais pormenores sobre a guerra, talvez. Contudo, o livro retrata um cenário vivenciado por um menino de nove anos, a quem não lhe é explicado rigorosamente nada sobre o facto de ter um campo de concentração ao lado de casa. E, assim, penso que está muito bem conseguido. Foi pena só ter durado uma tarde... Despachei-o num instantinho.
Desculpem o histerismo...
Acontece que aqui a menina, que tem a mania de fina, mas que não tem um tostão partido ao meio (como se costuma dizer), foi bater à Avenida da Liberdade, porque sabia que lá havia de encontrar sapatos que fossem tal e qual a carinha dela, mas longe de serem acessíveis à carteira. Mas, ah e tal, a desculpa de que depois vamos a pé até à Baixa, é num instantinho... Entrei em duas ou três lojas (incluindo a Mango, a única loja onde poderia comprar algo sem criar dívidas) e foi ver-me toda feliz e deslumbrada, a tocar nos Jimmy Choo da imagem - os Victoria. Até que ficavam bem com o meu vestido, mas 425,00€ não dá com nada... Até que a minha mãe se apercebe que as minhas mãozinhas estavam alapadas nuns Christian Louboutin e, discretamente, diz-me para eu os largar e me ir embora, antes que estragasse alguma coisa. No caminho até à porta, ainda tive direito a topar uns Miu Miu, mas então... Aquela Avenida não é para o meu orçamento.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Lisbon, I miss you
Já estava a dar as últimas em Lisboa, quando o ano lectivo acabou. Estava tão saturada da minha vida por lá, que, mesmo já no fim, tive que improvisar e acabei por vir uns dias até cá abaixo, para espanto da minha família. Estava desmotivada e sem vontade de me arrebitar. Estava, sobretudo, sem vontade de lutar fosse pelo que fosse. Nem a perspectiva de só faltar um exame me dava ânimo. Limitava-me a ir ao sabor do vento, quase... Dei graças a Deus quando chegou ao fim.
Contudo, a ida até terras lisboetas fez-me ver que já tenho saudades daquilo... As correrias para apanhar os transportes públicos. Os lugares onde tenho sido tão feliz. A zona da faculdade. O meu quartinho... Ai, o meu quartinho!! Acolhe-me sempre. Mas, claro, as pessoas são aquilo de que mais sinto falta. Os meus queridos colegas (principalmente, aqueles que considero amigos) e... The last but not the least, meu namorado. Que saudades daqueles caracóis e daqueles olhos verdes. Ai... Vou dar fim ao post, porque se entro por aqui, temos pirosada a noite toda.
Mais umas semaninhas e volto à vidinha. Yeahh!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Portanto...
Por enquanto, acho que a única loira dele sou eu (e a imperial, claro está).
Mas a minha parte favorita é quando lhe dá para me ligar.
E já fiquei preocupada com traições, sim...
Quando um amigo dele - rapaz - disse do outro lado "Faz amor comigo"!
O álcool tem destas revelações...
Mas a minha parte favorita é quando lhe dá para me ligar.
E já fiquei preocupada com traições, sim...
Quando um amigo dele - rapaz - disse do outro lado "Faz amor comigo"!
O álcool tem destas revelações...
sábado, 11 de agosto de 2012
Já te conheço...
Há uma altura da noite em que começo a receber maioritariamente mensagens todas queridas da parte do meu namorado. A minha primeira reacção é pensar para mim "Já está... Já bebeu imperiais a mais". É que é certinho e direitinho como a primeira letra do meu nome ser um "i"! Não é que ele não costume ser um amor, porque o é. Mas se ele sai e começa a dizer o quanto gosta de mim passado um tempo... Já está tocadito! E posso dizer que foi sempre assim, já que a primeira vez que disse que me adorava, estava nesse lindo estado... Pois é, menino L., mesmo longe, não me consegues esconder!
Férias = Leituras # o segundo
"A Rainha no Palácio das Correntes de Ar" foi-se num instantinho, na minha última semana no Algarve. Aproveitava sempre que a minha mãe não tinha os ataques dela, a discutir por eu já estar agarrada aos livros e não fazer mais nada (mentira!). Gostei muito... E o contrário não seria de esperar. Sou completamente apaixonada pela trilogia Millennium e parte-me o coração saber que o Stieg Larsson morreu antes de acabar o quarto livro. É que a história prende duma forma... Incrível, mesmo. Fico triste por chegar ao fim, claro que fico. É o único grande problema desta colecção fantástica.
Não era nada mal pensado, não
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| Anne Hathaway |
Vou tentar fazer uma investida para amanhã ir até à praia fluvial mais próxima. Não pode ser o dia todo, porque, lá para a tarde, há jantarada de família, a propósito do aniversário dum primo mais novo. Mas lá que me apetecia ir... Veremos se a senhora minha mãe vai nessa. Esta é mais uma das vezes em que penso "Se já tivesse a carta de condução...". Nestas férias, tenho-me arrependido inúmeras vezes de não ter começado mais cedo, quando tinha tempo! Enfim...
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
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