quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Mas que raio de ideia triste foi esta?

Dona i. vai ser madrinha de casamento, lá para Setembro. E lembrou-se de comprar um vestido azul petróleo com uma aplicação em prateado, que vai buscar amanhã. Ora, até dia 21 de Julho (data em que a menina comprou o vestido), nem sequer lhe passava pela cabeça perder tempo à procura de sapatos, já que possui um daqueles modelos básicos, de cerimónia, pretos - que tencionava levar a todos os casamentos a que fosse até ao fim dos seus dias (excepto o seu, porque enfim... O preto se calhar não dá). Ora, agora quem sabe diz que o preto não pega ali. Que o que diz bem são umas sandalinhas ou uns sapatinhos prateados, a fazer pandam com a aplicação do vestido. E dona i. já está farta de dar voltas - à cabeça e às lojas. É que não quer nada de muito piroso. Também não convém que tenham saltos vertiginosos. O preço também não pode ser pouco convidativo, porque vão ficar ali para um canto. A juntar o facto de ter  um pé comprido e magrinho... Adivinham-se momentos de pânico amanhã, em busca do sapato perfeito por essa Lisboa fora.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

De volta... E (espero que seja) por pouco tempo


O Verão chegou oficialmente para mim e desapareci. Estive duas semanas em terras algarvias, com uma ligeira interrupção de menos de vinte e quatro horas... Nem tudo são rosas, porque ando com o coração apertado, mas não me posso queixar de todo. Tenho dormido horas e horas e horas... Nunca pensei que pudesse dormir tanto tempo num só dia. As idas à praia são escassas... Ora porque não me apetece, ora porque adormeço, ora porque tenho outra coisa qualquer para fazer. As saídas à noite têm sido poucas, mas boas. Não me posso queixar da companhia, porque - gente parva à parte - só tenho estado com pessoas de quem até já tinha muitas saudades. Tenho lido muiiiito e comido um montão de crepes (porque eu mereço). E enfim... Só espero despachar o que tenho pelo Alentejo e por Lisboa, para ter autorização para voltar ao sítio em que menos preocupações tenho.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ai que isto deve ser tão bom...

Alguém precisa de um abraço apertado...


Só me apetece chorar enquanto ouço isto... Tenho um aperto no coração e as saudades dele são mais do que muitas. É que saudades, eu tenho sempre, é certo... O pior é não fazer ideia quando vai ser a próxima vez que estou com ele, que vou poder olhar para ele de perto, que o vou poder ter nos meus braços. Acho que uma vez referi o quão boa era a certeza de que basta estender a mão para lhe tocar. É um sentimento de conforto incrível... De sentir que ele está ali, para o que der e vier. E agora, que só tenho a certeza que seja possível vê-lo no início do novo ano lectivo, isso deixa-me com o coração apertado. Tenho momentos em que me sinto perdida e nem consigo pensar de forma racional. Não estamos juntos há duas semanas e já me parece uma eternidade... Esta contagem decrescente sem fim à vista sufoca-me. Há mesmo momentos em que não dá mais, em que me vou abaixo, e as lágrimas rebentam. Neste momento, eu sei o que me confortava... O seu abraço. O seu carinho. O seu amor.

Férias = Leituras # o primeiro


"O Último Segredo" já está despachado. Já ia em metade, é verdade, mas esta manhã e depois de almoço despachei o resto. Mal de mim se não soubesse o que se ia passar na página a seguir!
Não foi o livro de José Rodrigues dos Santos que mais me prendeu... Mas adorei na mesma! É-me completamente impossível não gostar de algo que ele escreva. Gosto tanto, mas tanto!

sábado, 21 de julho de 2012

As parvoíces da i.

Apercebi-me que estou quase a bater no fundo quando um dos meus melhores amigos me disse "Mas o que é que se passa? Descontrai, ESTÁS DE FÉRIAS!" e eu nem consegui sorrir com gosto. Ando há muito tempo numa de "Sim, sim, está tudo bem", quando na verdade estou a arder por dentro. É tão mais fácil fingir que nada se passa, que as coisas não nos preocupam, do que ter que explicar a razão de estar tudo mal. Além disso, pode nem haver razão... Posso ser eu, com o meu lindo feitio, a fazer o maior drama do mundo. E a última coisa que quero é arranjar problemas que não existem com outras pessoas, mais vale serem só na minha cabeça. Se calhar é só falta de descanso... E de auto-confiança. É que a minha foi de férias e eu não faço ideia quando volta!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Da sensibilidade exagerada


Hás dias em que estou tão sensível, que nem me reconheço. Tudo me traz as lágrimas aos olhos... Quero acreditar que é da fase do mês. Espero que seja, senão nem eu me aturo...

O maior problema da proximidade

Uma das coisas que mais me magoa no mundo é magoar as pessoas de quem mais gosto. Sei que é relativamente "normal"... São as pessoas que passam mais tempo connosco, com quem falamos mais, que nos "aturam" mais... Contudo, isso nem sempre é desculpa e sei que podia evitar dizer certas coisas que, por vezes, digo sem sequer pensar. Mesmo assim, penso que até tenho melhorado imenso e já respiro antes de dizer coisas que, simplesmente, não valem a pena.

Tiaguinho, estou a isto (aproximar o dedo polegar do indicador, para saberem o que é "isto") de me jogar a ti e te partir as fuças


Para quem não sabe, eu tenho uma panca enorme pelo Tiago Bettencourt e pela maior parte dos seus projectos. Já o vi uma vez ao vivo e, se já gostava dele, passei a idolatrá-lo.
Então uma pessoa está um ano lectivo inteirinho (nove meses!) em Lisboa, a fazer refresh no facebook dele para ver se anunciava um concerto... E o atrasado mental, o estupor, o ordinário (desculpem, estou chateada) vai dar um concerto, adivinhem quando... NO DIA EM QUE EU ME VOU EMBORA! DEPOIS DE EU ME IR EMBORA! Anda uma pessoa a comprar os originais dele e depois leva estas facadinhas.
Tiago Bettencourt, agora que uma amiga minha já me disse mais ou menos onde é que tu moras, prepara-te! Vou-te fazer uma espera... E ou tu cantas para mim, ou temos o caso muito mal parado. Só te estou a avisar.

Preciso de apanhar sol, está visto

Natura
Sabes que estás a precisar de apanhar sol nos pés, quando reparas que o seu bronzeado é igualzinho à tira dos sapatos. Terei que ir à praia, está visto... Que maçada!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Respira pausadamente, i.

(apesar dos meus momentos "não tenho nada contra ela")

Gosto tanto de uma certa ex, que até lhe comprava
uma viagem toda fofinha para um destino paradisíaco.


Só de ida. E permanente.

Desabafo académico # 2nd round


Não me consigo concentrar. Por muito que pense "Tem que ser, é o último esforço", eu não consigo mais! Há muito que o meu cérebro deu o fora... Por muito que olhe para fórmulas e as tente perceber e decorar, mistura-se tudo e no final chego à conclusão que não sei nenhuma. Ainda não fiz um único exercício e era isso que devia ter feito durante três semanas inteiras, mas eu nem com os meus erros aprendo... Queria tanto lixar-me para isto tudo e não pôr os pés no exame... Mas dizem por aí que não posso.

Aiii :$


E ler isto "eu amo.te mesmo que estejas horrivel @" faz-me esquecer, por momentos, as imperfeições mostradas pela webcam...

Pessoas da Grande Lisboa...


Alguém me sabe aconselhar lojas de vestidos de cerimónia de preço moderado? Pode não ser a coisa mais barata do mundo, mas também não tenho posses monetárias para exageros. Eu sei que em Lisboa é só procurar, que aquilo é grande e lojas não faltam... Mas assim posso ficar a conhecer algo que nunca acharia (exactamente porque aquilo é grande). Ando um bocado a fritar com este assunto... Vou ser madrinha de casamento e não faço a mais pequena ideia do que é conveniente vestir. Além disso, também não posso perguntar ao meu futuro afilhado, porque ele é homem! E pronto, homens... Percebem tanto disto!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

about my weekend


Duas ou três horinhas de praia, quarenta mil horas a dormir, primeira temporada de How I Met Your Mother despachada (sim, eu sei que estou muito atrasada), viagens em plena hora da "esturra" e o pensamento de que daqui a uma semana já posso estar por terras algarvias sem remorsos por não fazer nada. Tenho que começar a pensar nos livrinhos que vou despachar... Tenho que acabar O Último Segredo, devorar A Rainha no Palácio das Correntes de Ar (só de pensar que, depois, já não há mais nenhum da colecção Millennium...) e acho que me vou virar para Dan Brown. Quem sabe acabar de ler O Memorial do Convento... Acabei de me aperceber que estou cheia de saudades dos meus livrinhos que não metam Cálculos, Mecânicas, Anatomias e outras shits.

sábado, 14 de julho de 2012

Poucos conhecem a minha panca por havaianas...

Se pudesse, tinha em todos os feitios e cores. Como não posso... Vou comprando umas básicas de vez em quando.

Vamos ser imensamente felizes juntas.

Outra vez a história dos trastes

"Ainda és muito nova para perceber." E tu és muito velha (e burra) para acreditar no Pai Natal e na Fada dos Dentes.

Ai, rapariga...


Precisava mesmo de afogar certos sentimentos em doces.
Chocolate, principalmente...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Relações com trastes? Não quero, obrigada.

Depois de ler isto, da Pipoca, dou por mim a pensar nas histórias que conheço assim. De mulheres com idade para ter juízo e que continuam a ir na cantiga do bandido de autênticos trastes. Se as tentarem fazer abrir os olhos, vão apenas dizer coisas que elas já sabem... Que têm que cortar relações de todo, que mais vale só do que mal acompanhadas, que eles não as merecem... E tantas coisas mais do que óbvias, que sim, elas sabem! Mas a porra do amor e a falta de amor próprio não as deixam libertarem-se... Espero nunca passar por isto, mas nunca se sabe. Se calhar, seria bem capaz de correr atrás de quem não me merecia, não sei, não devia julgar. Quando julgo, há quem me diga "reza para nunca passares pelo mesmo" e é bem verdade. Mas de uma coisa tenho a certeza: quando elas finalmente tiverem a coragem de virar as costas sem nunca mais olhar para trás, vai haver muita solidão no coração desses trastes. É que eles gostam muito de andar a rodá-las, mas são poucas as que os valorizam e lhe dão aquilo de que eles mais precisam.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Como fazer a i. sentir-se especial

- Olha tu foste a única pessoa a quem eu não respondi à mensagem de parabéns.


Ohh, foste tão querido! *.*
A sério, sinto-me mesmo especial.
:p

Perfeito, perfeito


Perfeito, perfeito... É ligar o computador e ter no fundo uma foto em que eu estou pouco favorecida, mas na qual estamos super queridos. Dá para sorrir, apesar das saudades infinitas.

*desabafo*


Falar sobre mim e sobre o que sinto sempre me foi difícil. Guardar tudo, manter uma expressão impávida e serena mesmo quando algo me apunhala o coração e me faz doer a alma, preferir manter a boca fechada quando o assunto sou eu... Tanto que não me custa levar uma noite inteirinha a chorar, mas se derramar uma lágrima em frente a outras pessoas é o suficiente para me ficar a sentir uma estúpida mariquinhas, que nem é capaz de se controlar. E isto é acentuado ao ponto de um dos meus melhores amigos se surpreender quando eu desabafo que estou com saudades do meu namorado, por exemplo. Porque nunca acontecia... Eu simplesmente não me sinto à vontade para falar sobre o que me vai na alma. Acho que começou para tentar proteger-me... E proteger também os outros. A verdade é que se ninguém souber quando te vais abaixo, é muito mais difícil conseguir atingir-te intencionalmente. Além disso, sempre houve muitos sismos emocionais à minha volta, e teria que haver alguém para sustentar tudo. Não sou a pessoa mais forte do mundo, mas é-me fácil suportar as oscilações dos outros. Sei lá... É das poucas coisas que sou boa a fazer e não preciso de recompensas para me sentir bem. O problema de tudo isto é que há momentos em que me apetece disparatar e gritar e explodir e acabar a receber colinho (preciso mais do que aquilo que gostava de precisar)... Mas nem sempre sei como o fazer. Não sei como explicar que não está tudo bem e a razão. Numa das últimas vezes que tentei desabafar mais a sério (num dia em que rebentei e acabei a chorar num local público) disseram-me algo do género "Tens um namorado que te adora, tens amigos fantásticos, as coisas não te estão a correr mal de todo, e blá blá blá" e eu fiquei na mesma, calei-me e pronto... Porque, caramba, mesmo quando estou mal, eu sei que tenho imensas coisas boas e que não me devia estar a queixar. Os problemas até podem ser mínimos se pensar neles quando já tiverem passado, eu até posso não saber o que dizer, mas a verdade é que eu também sinto. Eu também tenho direito aos meus momentos de fraqueza em que sinto que não valho nada. E, sinceramente, acho que não preciso que me falem das coisas boas que tenho... É a elas que me agarro, sim, mas acreditem que eu as valorizo imenso. Eu até me contento com pouco... Quando desabafo, não é com o objectivo de me dizerem mil coisas para me consolarem. Para mim, um pouco de silêncio de reconhecimento diz tudo... E de compreensão. Muita compreensão.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Parabéns, Mãe


Parte-me o coração não lhe ter dado um beijinho hoje. Sei que, mesmo que eu estivesse lá, seria um dia como tantos outros... Os dias de aniversários em minha casa são um pouco assim, sem nada de especial. Ainda assim... Queria ter podido estar com ela. Parece que só depois de dia 20...

terça-feira, 10 de julho de 2012

pleeeeease


Só queria poder rumar a Sul, enfiar um biquíni e ir ver o pôr-do-sol à praia. Não sou a pessoa que mais adora praia neste mundo, mas só de pensar que há um ano atrás já tinha estado lá semanas (semanas!) e este ano ainda só fui ao Algarve em Fevereiro... Aiiii, preciso de me deitar na minha toalha e ficar lá a fazer... Ora, nada. Isso mesmo: nada!

Assim não dá!


Ontem fui toda tapadinha, de calças e de camisa com mangas a três quartos... Estava um calor que não se podia. Hoje decidi ir de acordo com isso mesmo, de calções e blusas de alças... Tive tanto, mas tanto frio! Já regulavam isto, que assim não dá.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Preciso de descanso, não de livros


Hoje estou naqueles dias em que só me apetece desistir. E nem a conversa do "Tu consegues, mostra-lhe que és capaz" que as pessoas que mais se preocupam comigo me disseram hoje me fez mudar de atitude... Houve quem já me mostrasse que não sou capaz. As dúvidas persistem... E sinceramente acho que vão persistir sempre. Dificuldade à parte, eu até gosto disto. O meu cérebro é que não atinge!

Lisboa, sabe bem com a vida ♥ [take II] ou "É o destino e as voltas que a gente lhe dá"

Nunca fui de acreditar no destino. Faço a minha mãe parecer uma idiota quando se põe com essas conversas. O meu pai dizia que "é o destino e as voltas que a gente lhe dá". Acho que tinha aprendido esta célebre frase com uma das suas avós... Eu concordo. O nosso querer também interfere muito. Mas, de facto, há muitas coisas que ocorrem nas nossas vidas que não podemos controlar...
Nos últimos dias, tenho dado por mim a pensar na minha vinda para Lisboa. Foi o que quis durante imenso tempo - anos, até! - e, de repente, o sonho mudou... Quis outra cidade. Mais pequena. Mais acolhedora. Mais académica. Quis Coimbra. Sentia que só as margens do Mondego me poderiam trazer o que eu procurava. Sentia que só poderia ser realmente feliz se fosse para lá. Mas precisava duma média... Pela qual eu lutei, na recta final. Um exercício que eu não passei da folha de rascunho para a "oficial" no exame de Matemática, que me valeram 15 pontos a menos. Respostas estúpidas nas escolhas múltiplas no exame de Física e Química, que me valeram uns 20 pontos a menos também... A média ia descendo, assim como quem não quer a coisa, apesar de eu saber as coisas (bons tempos de Secundário...). E, frustração aqui, irritação ali, Lisboa acabou por ser o meu destino.
Ainda houve quem dissesse "Queres Coimbra, luta por Coimbra, tens a 2.ª e a 3.ª fase e montes de cursos dos quais gostas". Mas sabem aquela sensação, de que há males que vêm por bem, e de que se calhar até estamos no sítio certo? Foi o que senti. Houve outras alturas, posteriormente, em que senti que tinha fugido dos meus sonhos, só por ser mais fácil... Mas não. Apenas tudo fez sentido aqui...
Hoje sinto que não podia controlar nenhuma daquelas pequenas coisas que me fizeram não entrar em Coimbra e que sempre achei que se deviam à minha burrice. Mesmo que isto seja verdade, se calhar a minha burrice teve uma razão de ser... É que tenho a certeza absoluta que este é o sítio onde eu deveria estar. Mantive as pessoas mais importantes que já tinha na minha vida e outras pessoas fantásticas entraram. Não me posso queixar em nada do grupinho porreiro que tenho no meu curso, com pessoas que valorizo muito. Já para não falar do rapaz mais do que querido que tive a sorte de encontrar e que tem o dom de me fazer a rapariga mais sortuda do mundo por tê-lo ao meu lado.
Se em Coimbra poderia ter tudo isto? Nunca saberei. Mas sinto que não há outro sítio no mundo em que faça tanto sentido eu estar como o sítio onde estou. Mesmo que a faculdade não vá de vento em popa, tenho a certeza que isto - um dia - irá ao sítio. E sim, é mesmo aqui que eu deveria estar.

domingo, 8 de julho de 2012

E lá vão cinco

High five, darling!

Às vezes, por momentos, tenho medo de me entregar demasiado. De depender completamente de outra pessoa para ser feliz. De não corresponder às expectativas das pessoas de quem mais gosto. De não saber dar valor àquilo que tenho. Sei lá... Medos.
No entanto, parvoíces e inseguranças à parte, estes cinco meses provaram-me que pôr tudo isto de lado foi a melhor decisão que poderia ter tomado. Encontrei alguém por quem vale a pena a entrega e que até me faz gostar de "precisar" dele. Alguém que merece tudo aquilo que tenho para lhe dar. Alguém que eu posso dizer que amo, sem sequer hesitar sequer por instantes.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Então é assim

Esta vai ser a minha habitação oficial:



E em uma das minhas casas de férias vai haver um quarto assim:



E ai de quem se atrever a dizer-me que não.

Até um dia, meu querido


Gosto muito de ti, és o meu orgulho, mas já sabes à partida que eu preciso de me afastar de ti de tempos a tempos. Vou sofrer, pois vou. Não vou chorar, mas vou ficar de coração partido... Mas sabes que, com o tempo, a nossa relação vai voltando a ser como era. Desleixada, sempre, mas de um enorme amor. Até um dia, meu querido.