sábado, 14 de julho de 2012

Poucos conhecem a minha panca por havaianas...

Se pudesse, tinha em todos os feitios e cores. Como não posso... Vou comprando umas básicas de vez em quando.

Vamos ser imensamente felizes juntas.

Outra vez a história dos trastes

"Ainda és muito nova para perceber." E tu és muito velha (e burra) para acreditar no Pai Natal e na Fada dos Dentes.

Ai, rapariga...


Precisava mesmo de afogar certos sentimentos em doces.
Chocolate, principalmente...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Relações com trastes? Não quero, obrigada.

Depois de ler isto, da Pipoca, dou por mim a pensar nas histórias que conheço assim. De mulheres com idade para ter juízo e que continuam a ir na cantiga do bandido de autênticos trastes. Se as tentarem fazer abrir os olhos, vão apenas dizer coisas que elas já sabem... Que têm que cortar relações de todo, que mais vale só do que mal acompanhadas, que eles não as merecem... E tantas coisas mais do que óbvias, que sim, elas sabem! Mas a porra do amor e a falta de amor próprio não as deixam libertarem-se... Espero nunca passar por isto, mas nunca se sabe. Se calhar, seria bem capaz de correr atrás de quem não me merecia, não sei, não devia julgar. Quando julgo, há quem me diga "reza para nunca passares pelo mesmo" e é bem verdade. Mas de uma coisa tenho a certeza: quando elas finalmente tiverem a coragem de virar as costas sem nunca mais olhar para trás, vai haver muita solidão no coração desses trastes. É que eles gostam muito de andar a rodá-las, mas são poucas as que os valorizam e lhe dão aquilo de que eles mais precisam.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Como fazer a i. sentir-se especial

- Olha tu foste a única pessoa a quem eu não respondi à mensagem de parabéns.


Ohh, foste tão querido! *.*
A sério, sinto-me mesmo especial.
:p

Perfeito, perfeito


Perfeito, perfeito... É ligar o computador e ter no fundo uma foto em que eu estou pouco favorecida, mas na qual estamos super queridos. Dá para sorrir, apesar das saudades infinitas.

*desabafo*


Falar sobre mim e sobre o que sinto sempre me foi difícil. Guardar tudo, manter uma expressão impávida e serena mesmo quando algo me apunhala o coração e me faz doer a alma, preferir manter a boca fechada quando o assunto sou eu... Tanto que não me custa levar uma noite inteirinha a chorar, mas se derramar uma lágrima em frente a outras pessoas é o suficiente para me ficar a sentir uma estúpida mariquinhas, que nem é capaz de se controlar. E isto é acentuado ao ponto de um dos meus melhores amigos se surpreender quando eu desabafo que estou com saudades do meu namorado, por exemplo. Porque nunca acontecia... Eu simplesmente não me sinto à vontade para falar sobre o que me vai na alma. Acho que começou para tentar proteger-me... E proteger também os outros. A verdade é que se ninguém souber quando te vais abaixo, é muito mais difícil conseguir atingir-te intencionalmente. Além disso, sempre houve muitos sismos emocionais à minha volta, e teria que haver alguém para sustentar tudo. Não sou a pessoa mais forte do mundo, mas é-me fácil suportar as oscilações dos outros. Sei lá... É das poucas coisas que sou boa a fazer e não preciso de recompensas para me sentir bem. O problema de tudo isto é que há momentos em que me apetece disparatar e gritar e explodir e acabar a receber colinho (preciso mais do que aquilo que gostava de precisar)... Mas nem sempre sei como o fazer. Não sei como explicar que não está tudo bem e a razão. Numa das últimas vezes que tentei desabafar mais a sério (num dia em que rebentei e acabei a chorar num local público) disseram-me algo do género "Tens um namorado que te adora, tens amigos fantásticos, as coisas não te estão a correr mal de todo, e blá blá blá" e eu fiquei na mesma, calei-me e pronto... Porque, caramba, mesmo quando estou mal, eu sei que tenho imensas coisas boas e que não me devia estar a queixar. Os problemas até podem ser mínimos se pensar neles quando já tiverem passado, eu até posso não saber o que dizer, mas a verdade é que eu também sinto. Eu também tenho direito aos meus momentos de fraqueza em que sinto que não valho nada. E, sinceramente, acho que não preciso que me falem das coisas boas que tenho... É a elas que me agarro, sim, mas acreditem que eu as valorizo imenso. Eu até me contento com pouco... Quando desabafo, não é com o objectivo de me dizerem mil coisas para me consolarem. Para mim, um pouco de silêncio de reconhecimento diz tudo... E de compreensão. Muita compreensão.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Parabéns, Mãe


Parte-me o coração não lhe ter dado um beijinho hoje. Sei que, mesmo que eu estivesse lá, seria um dia como tantos outros... Os dias de aniversários em minha casa são um pouco assim, sem nada de especial. Ainda assim... Queria ter podido estar com ela. Parece que só depois de dia 20...

terça-feira, 10 de julho de 2012

pleeeeease


Só queria poder rumar a Sul, enfiar um biquíni e ir ver o pôr-do-sol à praia. Não sou a pessoa que mais adora praia neste mundo, mas só de pensar que há um ano atrás já tinha estado lá semanas (semanas!) e este ano ainda só fui ao Algarve em Fevereiro... Aiiii, preciso de me deitar na minha toalha e ficar lá a fazer... Ora, nada. Isso mesmo: nada!

Assim não dá!


Ontem fui toda tapadinha, de calças e de camisa com mangas a três quartos... Estava um calor que não se podia. Hoje decidi ir de acordo com isso mesmo, de calções e blusas de alças... Tive tanto, mas tanto frio! Já regulavam isto, que assim não dá.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Preciso de descanso, não de livros


Hoje estou naqueles dias em que só me apetece desistir. E nem a conversa do "Tu consegues, mostra-lhe que és capaz" que as pessoas que mais se preocupam comigo me disseram hoje me fez mudar de atitude... Houve quem já me mostrasse que não sou capaz. As dúvidas persistem... E sinceramente acho que vão persistir sempre. Dificuldade à parte, eu até gosto disto. O meu cérebro é que não atinge!

Lisboa, sabe bem com a vida ♥ [take II] ou "É o destino e as voltas que a gente lhe dá"

Nunca fui de acreditar no destino. Faço a minha mãe parecer uma idiota quando se põe com essas conversas. O meu pai dizia que "é o destino e as voltas que a gente lhe dá". Acho que tinha aprendido esta célebre frase com uma das suas avós... Eu concordo. O nosso querer também interfere muito. Mas, de facto, há muitas coisas que ocorrem nas nossas vidas que não podemos controlar...
Nos últimos dias, tenho dado por mim a pensar na minha vinda para Lisboa. Foi o que quis durante imenso tempo - anos, até! - e, de repente, o sonho mudou... Quis outra cidade. Mais pequena. Mais acolhedora. Mais académica. Quis Coimbra. Sentia que só as margens do Mondego me poderiam trazer o que eu procurava. Sentia que só poderia ser realmente feliz se fosse para lá. Mas precisava duma média... Pela qual eu lutei, na recta final. Um exercício que eu não passei da folha de rascunho para a "oficial" no exame de Matemática, que me valeram 15 pontos a menos. Respostas estúpidas nas escolhas múltiplas no exame de Física e Química, que me valeram uns 20 pontos a menos também... A média ia descendo, assim como quem não quer a coisa, apesar de eu saber as coisas (bons tempos de Secundário...). E, frustração aqui, irritação ali, Lisboa acabou por ser o meu destino.
Ainda houve quem dissesse "Queres Coimbra, luta por Coimbra, tens a 2.ª e a 3.ª fase e montes de cursos dos quais gostas". Mas sabem aquela sensação, de que há males que vêm por bem, e de que se calhar até estamos no sítio certo? Foi o que senti. Houve outras alturas, posteriormente, em que senti que tinha fugido dos meus sonhos, só por ser mais fácil... Mas não. Apenas tudo fez sentido aqui...
Hoje sinto que não podia controlar nenhuma daquelas pequenas coisas que me fizeram não entrar em Coimbra e que sempre achei que se deviam à minha burrice. Mesmo que isto seja verdade, se calhar a minha burrice teve uma razão de ser... É que tenho a certeza absoluta que este é o sítio onde eu deveria estar. Mantive as pessoas mais importantes que já tinha na minha vida e outras pessoas fantásticas entraram. Não me posso queixar em nada do grupinho porreiro que tenho no meu curso, com pessoas que valorizo muito. Já para não falar do rapaz mais do que querido que tive a sorte de encontrar e que tem o dom de me fazer a rapariga mais sortuda do mundo por tê-lo ao meu lado.
Se em Coimbra poderia ter tudo isto? Nunca saberei. Mas sinto que não há outro sítio no mundo em que faça tanto sentido eu estar como o sítio onde estou. Mesmo que a faculdade não vá de vento em popa, tenho a certeza que isto - um dia - irá ao sítio. E sim, é mesmo aqui que eu deveria estar.

domingo, 8 de julho de 2012

E lá vão cinco

High five, darling!

Às vezes, por momentos, tenho medo de me entregar demasiado. De depender completamente de outra pessoa para ser feliz. De não corresponder às expectativas das pessoas de quem mais gosto. De não saber dar valor àquilo que tenho. Sei lá... Medos.
No entanto, parvoíces e inseguranças à parte, estes cinco meses provaram-me que pôr tudo isto de lado foi a melhor decisão que poderia ter tomado. Encontrei alguém por quem vale a pena a entrega e que até me faz gostar de "precisar" dele. Alguém que merece tudo aquilo que tenho para lhe dar. Alguém que eu posso dizer que amo, sem sequer hesitar sequer por instantes.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Então é assim

Esta vai ser a minha habitação oficial:



E em uma das minhas casas de férias vai haver um quarto assim:



E ai de quem se atrever a dizer-me que não.

Até um dia, meu querido


Gosto muito de ti, és o meu orgulho, mas já sabes à partida que eu preciso de me afastar de ti de tempos a tempos. Vou sofrer, pois vou. Não vou chorar, mas vou ficar de coração partido... Mas sabes que, com o tempo, a nossa relação vai voltando a ser como era. Desleixada, sempre, mas de um enorme amor. Até um dia, meu querido.

Nada a fazer, é oficial


Odeio pessoas.

É moda, e então?

Há sempre aquela moda que, por muito que se use, por muito que se veja, por muito que às vezes até custe a arranjar algo que assim não seja... Não conseguimos gostar de maneira nenhuma. Não é por toda a gente usar que eu vou gostar, claro está. E se há sempre coisas amorosas, que nos fazem perder de amores, também há aquelas que pensamos "Que horror! Espero nunca vir sequer a gostar disto!".


Para mim, os vestidos assimétricos são assim mesmo. Não gosto e não quero gostar! Por muito que se use e as mulheres andem maluquinhas, para mim um vestido ou é curto ou não é, não há cá metade metade. Portanto, isto fica registado, para se me der uma maluquice qualquer de comprar um (posso estar com alucinações), eu vir ler o quanto acho isto feio.

Aprendizagem de caloira


Para não esquecer: Nunca, mas nunca mesmo, deixes um exame para fazer pela primeira vez em 2.ª fase. Os professores lixam-te à grande e ponto final. Nem se compara o grau de dificuldade! (probabilidade de isto não acontecer = 1/90)

terça-feira, 3 de julho de 2012

O meu nerd

Parece que se confirma... Tenho o namorado mais nerd de sempre. Está oficialmente de férias desde sexta-feira e tem levado os bocadinhos vagos no computador, a programar, todo contente. Depois ainda se ofende quando eu lhe chamo de nerd... E diz que não, que não é. Nããããão, que ideia...


Mas L., meu nerd querido, não te preocupes com isso. Eu acho-te terrivelmente sexy a vibrares com a programação. E fico à espera de explicações! Está certo? Geek.

Era tudo o que eu queria...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Por falar em parecenças familiares

Ora, eu e a minha mãe somos tão parecidas como a composição química da água e do azeite, por exemplo. Fisicamente, não consigo encontrar semelhanças... Pela cara, não há grande concordância. Não sei o que foi feito dos cromossomas dela, devem ser todos ressessivos... Ela é morena, o meu cabelo é daquele castanho a tender para o loiro. Em relação ao corpo em si, nada a ver... Ela tem mais mamas, eu tenho mais rabo (!!). Depois, na maneira de ser, temos formas bastantes diferentes de ver a vida, o que gera sempre conflitos.


Contudo, um destes dias, ao almoço, a conversa sobre as diferenças entre nós as duas veio à baila, e perguntei a uma das minhas melhores amigas:
- Nós não somos mesmo nada parecidas, pois não?
Ela ficou a pensar e a seguir respondeu-me:
- Depende. São muito parecidas na parte melhor da vossa personalidade. Nos vossos melhores valores...

Isto enterneceu-me. A sério. Por ser a M. a dizê-lo, mas, principalmente, porque considero a minha mãe uma das melhores pessoas que conheço. Discussões e incoerências à parte, a minha mãe é uma pessoa impecável, que eu admiro muito. Pela força que tem tido debaixo daquele ar frágil. Por fazer o que pode e o que não pode pelas pessoas. Enfim... É boa pessoa. Portanto, saber que me acham parecida com ela nessa parte é mesmo muito bom.

Tal pai, tal filha

É verdade que me orgulho muito em ser filha do meu pai. Gosto do facto de ser muito parecida com ele, tanto fisicamente, como no feitiozinho da treta... Mas há coisas em que mais valia não ser.
Por exemplo, lembro-me de ele me dizer:
- Ia para as frequências, de fato e gravata, e de caneta Parker na mão. Não sabia nada daquilo, às vezes nem sabia ao certo de que é que era o exame... Mas lá ia eu, de Parker.
Basicamente, descrito pela geração 9gag, o meu pai ia para os exames com uma postura entre "like a boss" e "I have no idea what I'm doing". Hoje, quando saí do exame de Anatomia e Fisiologia, de caneta Parker na mão, pronta a enfiá-la no estojo, só conseguia pensar em como podia ser um bocadinho mais diferente do meu pai e ir para os meus exames a saber mais sobre aquilo. Mas pronto. Num ano, já fiz mais cadeiras do que ele em... Dez?


Um bocado aleatoriamente, tenho ali a minha colecção de canetas destas que não uso, com pena de as gastar. Sou triste, eu sei. Ainda por cima, a minha mãe usa-as, o que ainda é mais triste.


Adenda: Não me orgulho de NADA do que escrevi.

Vá, i., tu consegues


Anda a ser difícil manter a calma.
Anda, anda...

Exames e mais exames...

E pronto, já saí do exame de Anatomia e Fisiologia. Correu mesmo bem, estou mesmo feliz por saber tanto daquilo... Ou não! Pelas minhas contas tenho, no máximo, 5. Só entreguei para ver que nota tenho. Agora vou ter o dia de hoje de férias, e amanhã volto à carga... Mecânica ao poder até 20 de Julho!

domingo, 1 de julho de 2012

perfect weekend

Anne Hathaway e Jim Sturgess em One Day

Podemos não estar juntos sempre que queremos, mas quando estamos... Compensa. Ainda que, neste fim-de-semana, eu tivesse que estudar, estar ao seu lado basta-me para estar bem.

hello, july


Para o bem ou para o mal, este mês fico despachada das responsabilidades da faculdade. Só é pena ser lá para o fim do mês... Mas é o que se tem, não há volta a dar. E agora... Vou acabar a Anatomia e estudar toda a Fisiologia. Tenho exame amanhã e não sei nada? Estudasses antes, rapariga, estudasses.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Este amor incondicional


Eu amo de paixão o meu computador lindo. E parte-me o coração magoá-lo assim... Adormecer com ele na cama, acordar com a queda barulhenta... E eis que surgem os primeiros riscos. Desculpa, meu querido... Prometo que vou ter (ainda) mais cuidado contigo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Desabafo académico

A Estatística relativamente leve que eu dou dá-me cabo dos miolos. Como damos muitas coisas pouco aprofundadas, ninguém nos explica por que razão é assim. A lógica da disciplina é aplicar fórmulas e pouco mais do que isso... E eu não sirvo para métodos assim! Eu gosto de perceber, então meto-me a perder tempo a fazê-lo, sem que me sirva de algo. Só para fazer sentido. Graças a isso, a juntar à minha preguicite, já estou super atrasada, faltam-me as partes mais difíceis. E só já tenho dois dias... Ai, estou feita!!

domingo, 24 de junho de 2012