Para não esquecer: Nunca, mas nunca mesmo, deixes um exame para fazer pela primeira vez em 2.ª fase. Os professores lixam-te à grande e ponto final. Nem se compara o grau de dificuldade! (probabilidade de isto não acontecer = 1/90)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
O meu nerd
Parece que se confirma... Tenho o namorado mais nerd de sempre. Está oficialmente de férias desde sexta-feira e tem levado os bocadinhos vagos no computador, a programar, todo contente. Depois ainda se ofende quando eu lhe chamo de nerd... E diz que não, que não é. Nããããão, que ideia...
Mas L., meu nerd querido, não te preocupes com isso. Eu acho-te terrivelmente sexy a vibrares com a programação. E fico à espera de explicações! Está certo? Geek.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Por falar em parecenças familiares
Ora, eu e a minha mãe somos tão parecidas como a composição química da água e do azeite, por exemplo. Fisicamente, não consigo encontrar semelhanças... Pela cara, não há grande concordância. Não sei o que foi feito dos cromossomas dela, devem ser todos ressessivos... Ela é morena, o meu cabelo é daquele castanho a tender para o loiro. Em relação ao corpo em si, nada a ver... Ela tem mais mamas, eu tenho mais rabo (!!). Depois, na maneira de ser, temos formas bastantes diferentes de ver a vida, o que gera sempre conflitos.
Contudo, um destes dias, ao almoço, a conversa sobre as diferenças entre nós as duas veio à baila, e perguntei a uma das minhas melhores amigas:
- Nós não somos mesmo nada parecidas, pois não?
Ela ficou a pensar e a seguir respondeu-me:
- Depende. São muito parecidas na parte melhor da vossa personalidade. Nos vossos melhores valores...
Isto enterneceu-me. A sério. Por ser a M. a dizê-lo, mas, principalmente, porque considero a minha mãe uma das melhores pessoas que conheço. Discussões e incoerências à parte, a minha mãe é uma pessoa impecável, que eu admiro muito. Pela força que tem tido debaixo daquele ar frágil. Por fazer o que pode e o que não pode pelas pessoas. Enfim... É boa pessoa. Portanto, saber que me acham parecida com ela nessa parte é mesmo muito bom.
Tal pai, tal filha
É verdade que me orgulho muito em ser filha do meu pai. Gosto do facto de ser muito parecida com ele, tanto fisicamente, como no feitiozinho da treta... Mas há coisas em que mais valia não ser.
Por exemplo, lembro-me de ele me dizer:
- Ia para as frequências, de fato e gravata, e de caneta Parker na mão. Não sabia nada daquilo, às vezes nem sabia ao certo de que é que era o exame... Mas lá ia eu, de Parker.
Basicamente, descrito pela geração 9gag, o meu pai ia para os exames com uma postura entre "like a boss" e "I have no idea what I'm doing". Hoje, quando saí do exame de Anatomia e Fisiologia, de caneta Parker na mão, pronta a enfiá-la no estojo, só conseguia pensar em como podia ser um bocadinho mais diferente do meu pai e ir para os meus exames a saber mais sobre aquilo. Mas pronto. Num ano, já fiz mais cadeiras do que ele em... Dez?
Um bocado aleatoriamente, tenho ali a minha colecção de canetas destas que não uso, com pena de as gastar. Sou triste, eu sei. Ainda por cima, a minha mãe usa-as, o que ainda é mais triste.
Adenda: Não me orgulho de NADA do que escrevi.
Adenda: Não me orgulho de NADA do que escrevi.
Exames e mais exames...
E pronto, já saí do exame de Anatomia e Fisiologia. Correu mesmo bem, estou mesmo feliz por saber tanto daquilo... Ou não! Pelas minhas contas tenho, no máximo, 5. Só entreguei para ver que nota tenho.
Agora vou ter o dia de hoje de férias, e amanhã volto à carga... Mecânica ao poder até 20 de Julho!
domingo, 1 de julho de 2012
perfect weekend
hello, july
Para o bem ou para o mal, este mês fico despachada das responsabilidades da faculdade. Só é pena ser lá para o fim do mês... Mas é o que se tem, não há volta a dar. E agora... Vou acabar a Anatomia e estudar toda a Fisiologia. Tenho exame amanhã e não sei nada? Estudasses antes, rapariga, estudasses.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Este amor incondicional
Eu amo de paixão o meu computador lindo. E parte-me o coração magoá-lo assim... Adormecer com ele na cama, acordar com a queda barulhenta... E eis que surgem os primeiros riscos. Desculpa, meu querido... Prometo que vou ter (ainda) mais cuidado contigo.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Desabafo académico
A Estatística relativamente leve que eu dou dá-me cabo dos miolos. Como damos muitas coisas pouco aprofundadas, ninguém nos explica por que razão é assim. A lógica da disciplina é aplicar fórmulas e pouco mais do que isso... E eu não sirvo para métodos assim! Eu gosto de perceber, então meto-me a perder tempo a fazê-lo, sem que me sirva de algo. Só para fazer sentido. Graças a isso, a juntar à minha preguicite, já estou super atrasada, faltam-me as partes mais difíceis. E só já tenho dois dias... Ai, estou feita!!
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Grrr, que injustiça!!
A minha mãe é uma autêntica bitch. Está no Algarve, liga-me quando está a ir para a praia e manda-me mensagens a dizer que está num determinado bar, que é só um daqueles onde eu passei mais tempo nas noites do Verão passado. E a menina i., por Lisboa. A passar os dias enclausurada na faculdade, a estudar. Tristezaaaa!
Alerta! Modo feminino: on
E quando é que eu arranjo tempo de ir à Bershka comprar-te, amiguinho?
Hoje tinha sido um bom dia, mas ainda não te conhecia...
Adenda
Agora que penso melhor, é muito curto.
Adenda
Agora que penso melhor, é muito curto.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Já anunciavam as notinhas, não?
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| Marilyn Monroe |
Eu acho sinceramente que os meus queridos professores estão de férias e gozam à grande com a nossa cara.
Ah, a segunda fase já começou? Ah, não sabem se precisam de estudar também para esta disciplina? Oh, que pena. Nós também não vos vamos dizer já se passaram ou se ainda têm que estudar mais em menos tempo. Estudassem antes!
Grrrrr...
depressão = calorias
Sabe-se que a i. está deprimida com as coisinhas da faculdade quando...
... vai ao Pingo Doce de propósito comprar pizza para jantar.
Sabe-se que a i. está deprimida com a falta que o seu menino lhe faz quando...
... só quer chocolate e bolachas e petit gateau e afins para afogar as mágoas.
Aii, adoro gente cínica!
Há uma rapariga no meu curso que é uma dessas inúmeras provas vivas de que as aparências iludem. Olha-se para ela, é uma santinha! Depois, é uma daquelas interesseiras que quer tudo para ela e arranja esquemas para ser beneficiada e, se possível, prejudicar os outros.
É muito engraçado quando ela vê que alguém tem boa nota em algo. Em menos de nada, pergunta logo por onde é que essa pessoa estudou e, se precisar de ajuda, oferece-se logo para partilhar o mesmo espaço de estudo.
Ora, como eu sou uma aluna podre na faculdade, com fama de baldas, ela nunca me diz nada. Fico sempre a rir-me do que ela diz aos outros. Hoje fui "atacada" pela primeira vez... Tive a melhor nota do curso numa disciplina (da treta, não tenho mérito nenhum), a miúda teve 7... Meteu logo conversa comigo (pela primeira vez!) a dar-me os parabéns e a perguntar por onde tinha estudado. Como achei que ela ficaria chocada se eu dissesse que tinha lido por alto metade da sebenta, durante duas horas da noite anterior, disse que se ela lesse a mesma e as aulas já seria bom. Podia ter sido cabra e ter ido à bibliografia ver o nome de grandes obras, e ter dito que tinha analisado textos, mas olha... Até fui amorosa, em comparação com o que ela merece. Pessoas...
Bom dia!
Hoje, é daqueles dias em que me faz falta a mãezinha. Que, não me fazendo as vontadinhas todas, é capaz de me pôr as torradas a fazer e ir-me buscar as cápsulas para a máquina do café. Como, normalmente, o que me custa é começar... Os pequenos-almoços com a minha mãe são bem mais descansadinhos. Assim, olha... Como Chocapic, que é mais prático.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Assim não dá!!
Antes, era porque não tinha vontade de estudar. Agora, é porque passo os dias desconcentrada e com sono... Mau, não arranjo um meio termo. E até dia 20 de Julho... Não convém que isto aconteça tão frequentemente.
memories
Sabes, nos últimos dias tenho pensado (ainda mais) em nós. Não sei o momento em que me apaixonei... Não tenho noção do momento em que essa tua maneira de ser me prendeu de forma irreversível. Não faço ideia de quando olhei para esses olhos verdes de outra forma... Mas o certo é que, quando dou por mim, tenho coisas nossas a passar na minha cabeça num autêntico slow motion, e fico completamente hipnotizada. Sem contar com todos os momentos perfeitos que temos passado, há pequenas coisas, do tempo em que éramos só amigos (e em que eu sinceramente achava que só seria isso), que me fazem sorrir e pensar em como me deixei apanhar bem por esse teu jeito...
A noite em que te conheci. As parvoíces que me disseste. O facto estúpido de me teres pedido o número (engatatão!) e o facto de eu não to ter dado (mas de assegurar que te chegava). O meu primeiro mega adeus, acompanhado de um mega smile... A nossa primeira conversa por mensagens, no dia a seguir. O facto de começarmos logo a implicar um com o outro... Eu a tentar convencer-te de que era má pessoa. Tu a perguntares-me se me podias pedir o e-mail, ou se também ias levar tampa. A primeira vez que te vi na faculdade depois disso, logo na segunda-feira a seguir. Quando te vi, de t-shirt amarela, no meio do teu departamento, na recepção pelo reitor, e te chamei de canário. A vez em que te liguei a perguntar se ias à festa, ainda hoje não sei bem qual a razão... As inúmeras conversas parvas e a sério. O primeiro dia em que estudámos perto um do outro na faculdade, provavelmente não te lembras, mas quando estamos na biblioteca costumo lembrar-me... Não parámos de implicar um com o outro enquanto lá estive. Tive que sair e quando voltei já tinhas ido embora... A vez em que disseste que me viste na faculdade de costas e eu te perguntei se me conhecias pelo rabo. A tarde em que me perguntaste onde estava, eu respondi "A sair do metro, então?" e tu "Pareceu-me ver-te...". Lembro-me que te piquei, disse qualquer coisa como "Oh, e eu com esperanças que fosse para irmos beber café" e tu disseste-me que isso nunca iria acontecer... Porque não gostas de café. O dia em que te perguntei se estavas pelo Bairro Alto e tu, ao responder-me, informaste-me de que estavas sem mensagens grátis... E disseste pela primeira vez que me adoravas. A hora de almoço em que nos acompanhaste à cantina, apanhando o metro num sítio que te ficava fora de mão... Ainda não percebi como nem porquê. A penúltima semana de aulas, em que ficaste sem mensagens na terça-feira... E eu só queria falar contigo e quase que nem podia ir à Internet, por não poder mesmo e por ter exame na quinta... Mas depois do exame, sei que comecei a levar o tempo no facebook, só para poder falar contigo. Na sexta à noite, com mais uma gotinha de álcool no sangue, disse que te adorava. Sei que foste a única pessoa a quem mandei mensagem... Por alguma razão seria. E depois, na terça-feira a seguir, o último dia de aulas do semestre... Esperei por ti para te dar dois beijinhos. Só porque sim. De forma completamente inocente... Algures nos dias a seguir, apercebi-me que a ideia de não te ver por acaso na faculdade me entristecia e me enchia de saudades de avistar os teus caracóis e de te fazer os meus mega adeus. Descobri nessa altura que os adoravas... Ainda assim, mesmo com tantas evidências, eu mantinha a minha pose de "não, não é nada". Mas cá dentro já era... Já mexias comigo.
Felizmente, pus os medos de parte e deixei-me levar pelo que me fazias (e continuas a fazer, cada vez mais) sentir. Por mais momentos que eu tente lembrar, por mais sentimentos que eu tente deitar cá para fora... Sinto que não há palavras que descrevam a forma (perfeita) como eu sinto que entraste na minha vida. Resta-me dizer que apenas espero que não saias. :$
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Também quero falar sobre a "bomba" do dia
Um artigo do Expresso anda a ser muito comentado, por essa Internet fora. O que é que isso interessa? Não sai no exame. é o título e, na minha opinião, tem lá escarrapachadas muitas verdades. No entanto, não creio que a culpa incida no actual Ministro da Educação que, coitado, já apanhou isto muito mal...
A verdade é que, hoje em dia, até ao Secundário, se puxa cada vez menos pelos alunos. Os números são relevantes, interessa mostrar ao resto do mundo que temos grandes taxas de sucesso a nível escolar. Então, se a malta é burra e não se esforça, vá de facilitar e de criar medidas, para que, mesmo quem não saiba, tenha elevadas habilitações, sem saber nada! E isto, já se sabe, é um ciclo vicioso. Quanto menos se tem que fazer, menos se quer fazer...
Com tantas reformas na educação, com tantas "modernices", sinto que a escola cada vez puxa menos pelos alunos. Tal como foi dito no artigo, o nosso raciocínio e o nosso sentido crítico são pouco trabalhados. Há quem decore coisas sem perceber como funcionam e pronto, safam-se e é o que interessa.
Nestas coisas, acho que tive sorte em ter o pai que tive. Lembro-me de ter oito anos, morar a duzentos quilómetros dele, e ele levar comigo horas ao telefone a falar sobre Matemática. Eu ainda só tinha que saber até à tabuada do 5, na escola, e ele insistia que eu tinha que saber todas. Eu dizia " Mas ainda não tenho que saber isto", e ele respondia "E o que é que eu tenho a ver com isso?". Ele desligava e eu desatava a chorar por ele ser exigente comigo e eu ter medo, mas a verdade é que o meu pai tinha noção de como as escolas estavam a ficar e de como o grau de exigência era mínimo... Mais tarde, já sendo mais velha, soube que a minha mãe lhe tinha ligado, a discutir com ele, porque "Hoje em dia já há calculadoras e ela não tem que saber isso". O meu pai riu-se na cara dela e, hoje, se ela me dissesse isso, também me riria. Se não fosse isso, eu se calhar não teria o discernimento de ver que um resultado está mal, por me ter enganado a introduzir os dados... É que, estando tudo mecanizado, não há sentido crítico para ver que está mal e muito menos a razão que leva a que não seja assim.
Enfim... Muito há a escrever sobre o assunto. O certo é que, mesmo que as pessoas vejam que isto está mal, a tendência é para se acomodarem. E, se é mais fácil assim, deixam andar.
Adoro esta aplicação
Saquei uma aplicação para o Windows Phone mesmo gira para escrever no blogue. É super prática... Só é pena não dar para pôr imagens. Nem para formatar o texto. Ai, e tem número máximo de caracteres. Afinal não é assim tão gira... (sou de ideias pouco fixas) Mas pode ser que actualizem isto e para usar de vez em quando não é má.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Isto de ser miúda...
A TPM tem-me dado cabo dos nervos! A falta de paciência e a sensibilidade aumentaram exponencialmente nos últimos dias... De qualquer coisinha me assomam as lágrimas aos olhos. E hoje tem-me dado para recordar e deprimir... É a tal história, o pior das recordações é mesmo a saudade. A menina i. precisa de miminhos e de chocolate.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Sou uma criancinha com medicamentos
A nova ideia linda (not) da minha mãe é que eu ando muita cansada e que preciso de tomar ampolas para fortalecer o cérebro, se não tenho um esgotamento nervoso (nada drástica!). Devido à minha alergia mental a medicamentos, a minha recusa foi permanente... Até que ela me comprou uma caixa e pronto, depois dos argumentos do "É para o teu bem", foi o "Gastei não sei quanto dinheiro nisto e tu não tomas". É muito esperta... Eu já estava por tudo, já ia tomar aquela caixa sem reclamar mais. Até que tomei a primeira ampola... Epá, tirando o extracto puro de aloe vera, não há nada mais intagrável do que aquilo. Eu já tomei muita porcaria, mas esta é mesmo a segunda pior coisa de sempre!! E não, não sou eu a implicar... Que porcaria tão grande.
Pablo, Pablito
"Haces que mi cielo vuelva a tener ese azul, pintas de colores mis mañanas, solo tú... Navego entre las olas de tu voz... Y tú, y tú, y tú, y solamente tú... Haces que mi alma se despierte con tu luz, y tú, y tú, y tú..."
Ai. Modo piroso ligado.
E agora estou aqui a bater mal...
Há sonhos que, não sendo pesadelos, me perturbam de uma forma descomunal. Este meu subconsciente estúpido...
sábado, 16 de junho de 2012
O que é que aconteceu aqui?
Uma pessoa não vem há cinco semanas a casa e, quando chega, apercebe-se que há um crucifixo no carro da mãe e que a jarra do quarto da mesma foi substituída por santinhos. Mas que raio?? Eu respeito muito a fé, eu também tenho as minhas crenças... Mas espera lá, esta casa está a transformar-se num santuário! Ainda se tivesse a riqueza do Vaticano, eu não me importava. Agora assim... Passo-me. E a minha mãe passa-se comigo.
Queria tanto...
As saudadinhas apertam. A vontade de o ver é mais do que muita. A necessidade de o ter nos meus braços é imensa. E eu só queria uma noite como aquela em que ficámos por casa, no meu sofá, aconchegadinhos um no outro, a ver um filme... Precisava mesmo de algo assim. E a porcaria do tempo não ajuda, que insiste em andar devagar quando não o vejo e em galopar quando estou com ele.
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