O Electromagnetismo deixa-me com vontade de puxar os meus próprios cabelos, de me arranhar, de guinchar, de bater com a cabeça na parede. Sinto-me burra. Não percebo nada de Magnetismo!! E o exame é sexta-feira e eu sou uma otária que não fez nada de jeito em primeira fase. Bem, continuando a estudar...
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Oh, triste vida
Acabei de ficar triste. Vinha para casa e, no caminho desde o autocarro, só me cheirava a sardinhas assadas, vindas das varandas dos prédios. Isto é tudo para me lembrar que eu vou estar em casa a estudar, enquanto o pessoal está nos Santos Populares a divertir-se? Ein, obrigadinha. Ai para o ano... Logo vêem se eu não organizo melhor o meu tempinho.
domingo, 10 de junho de 2012
Divagações... (or something)
Há bocado pus-me a pensar na altura em que adoeci, há pouco mais de três anos atrás. Aquilo que parecia algo pequeno tornou-se algo gigantesco e acho que só eu e a minha mãe sabemos o que aquilo realmente foi. Quando já estava melhor... Pimbas, um desgosto de amor dos fortes, que é o melhor que se pode fazer a uma rapariga para lhe tirar a fome (pelo menos, é o que noto em todos aos quais assisto). E voltei ao mesmo...
Contudo, por mais mal que às vezes me sentisse, física ou psicologicamente (uma coisa leva à outra, sempre), nunca desmoralizei completamente. Sim, às vezes tinha umas recaídas, e pensava "mas que mal fiz eu?". Mas na maior parte do tempo, o pensamento dominante era "um dia isto passa". Mesmo com as indeterminações dos médicos, as doenças em cadeia, os medicamentos infinitos, os milhares de exames e análises e aquelas porras todas que eu fiz, e os "provavelmente, tens que ser operada" e os "ah, se calhar logo se vê"... Nunca perdi a esperança.
Apesar de acordar sempre mal-disposta e cheia de dores de estômago, adormecia todos os dias a pensar que podia ser no dia seguinte que iria estar melhor. O que é certo é que, aos poucos, isto foi voltando à normalidade. E é o que interessa.
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| Amanda Seyfried |
movie night
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| Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel em 500 Days of Summer |
Cinco meses depois, o meu sofá voltou a servir de sala de cinema... Desta vez, as condições já eram totalmente diferentes. Na primeira vez, dominou o nervosismo e o medo de não saber o que fazer ou dizer. Ontem, vimos o filme em modo super cute, bem aconchegadinhos... E quem diria que aqueles dois patetas de há cinco meses se iam apaixonar "assim" um pelo outro. Mas gosto disso :) Como me farto de dizer... Estar contigo é estar com o que julgas melhor.
By the way, o Amigos Improváveis é um daqueles filmes que eu acho que via e via e via sem me cansar. Dá para rir, dá para ver certas realidades, dá para chorar (eu fui forte, L., muito forte!)... Gostei imenso. E a companhia... Ai a companhia! :)
sábado, 9 de junho de 2012
Bebidas energéticas a treta
Nunca tinha provado RedBull "puro" até há uma semana e meia. Como tal, fez-me um efeito espectacular... Fiquei despertada enquanto bem me apeteceu, a estudar. Ontem repeti a proeza... Ah, e tal, não costumas beber isto, vai-te fazer um bom efeito - pensei eu. A treta é que fez! Acordei às seis da manhã, refasteladinha no meu sofá, e foi só mudar para a caminha. Não faço ideia a que horas adormeci, mas já tenho o estudo atrasado... Bahhhh, nem com RedBull vou lá.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Futilidades, apenas
Se eu me passar da cabeça e gastar dinheiro estupidamente em vernizes Lancôme dos quais não preciso e com os quais terei preguiça de pintar as unhas... Não começa a 3.ª Guerra Mundial, pois não? Ah, não, isso era só quando a minha mãe descobrisse.
Get a room, PLEASE
Felizmente, não sou homofóbica. Não tenho nada contra as pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo, ou de ambos... Vivo com isso sem o mínimo de problema. Eu não poderia gostar de raparigas? Epá, não calhou, gosto mesmo é de homens, mas qualquer um poderia estar sujeito, eu acho. Contudo, o facto de não ter nada contra não impede que, em certas ocasiões, me faça uma certa impressão.
Na minha faculdade, desde que um casal homossexual se evidenciou mais, lembraram-se todos que também podia e toca a soltar a franga. Beijinhos e abracinhos e mãos dadas e notar-se intimidade... Tudo bem. Agora porem-se em bancos da faculdade, um em cima do outro, a comerem-se à grande... Poupem-me!
De facto, subscrevo isto na íntegra para casais heterossexuais. Já vi um menino e uma menina deitados lá na relva, ele em cima dela, todos contentes, e não gostei nada... Há coisas que não se devem fazer na rua. Pelo menos, em sítios tão públicos. Controlem-se! Pelo bem do nosso estômago, que dá algumas voltas quando se depara com certas situações.
stupid girl
Acabei de chegar à conclusão que esta foi a semana em que mais disse ou fiz coisas das quais me arrependi e tive que pedir desculpa. Às vezes peço desculpa um pouco desnecessariamente... Mas não nesta semana. Isto não pode continuar. Ninguém tem culpa que eu ande mal-disposta e com vontade de trepar paredes (e no caminho matar alguém).
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Mais do mesmo
- Mãe, olha, tive 16 na parte prática de Anatomia e Fisiologia.
- Já não é mau, podia ser pior.
O que é feito da minha mãe que ficava contente só por eu passar? Só passou um semestre desde essa altura... Volta lá. Moralizava-me mais!
Seja como for, vou voltar ao estudo, que esta nota não me leva a lado nenhum nas outras disciplinas. Aliás, nem mesmo em Anatomia e Fisiologia, porque preciso de 10 em ambas as componentes (prática e teórica). E vejo o tempo a passar, a minha insegurança a aumentar e a vontade de estudar a diminuir... O costume, portanto.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Ao cuidado das pessoas que frequentam o mesmo curso que eu
Então é assim, amiguinhos: há uma série de coisas que têm que saber, para bem da vossa integridade física. Se gostam pouco de levar porrada e não gostam quando as pessoas vos gritam, não se podem meter comigo, quando uma série de factores se conjugam na minha pessoa:
(i) poucas horas de sono, e ainda mal dormidas, em inúmeras noites consecutivas;
(ii) exame frustrante escrito à pressa;
(iii) fome fome fome fome fome fome;
(iv) cinquenta minutos de pé passados na fila da cantina, para matar o (iii).
É que podem armar-se em engraçados à vontadinha. Só se arriscam a levar uns quantos berros depois de serem parvos consecutivamente. E depois não gostam, pois... Quem vos avisa, vosso amigo é. Há alturas em que o estado de espírito tem que ser respeitado.
Entretanto...
A vontade de lhe dar beijinhos foi bem compensada. E agora... Vou voltar às respostas lindas. Comente sobre o papel dos lasers em laparoscopia, em diagnóstico e em terapia, dizem eles... Ai, que lindo. Apetece-me imenso. Mas amanhã às 09h... Exame! Portanto, siga.
domingo, 3 de junho de 2012
Acho que devias vir a correr dar-me um beijinho depois de leres isto
Neste momento...
Ele está a minha frente.
Eu tenho um pé entre as pernas dele.
Ele está a divertir-se com exercícios.
Eu estou a divertir-me com respostas de duas páginas.
Apetece-me levantar-me e ir dar-lhe mil beijinhos.
Maaaaas não vou ser uma má namorada. Vou deixá-lo estudar.
Estou bem lixadinha com o primeiro exame amanhã. Just saying.
Querido Bryan
Foi emocionante só de te ouvir na rádio, nem quero imaginar o que seria feito do meu coraçãozinho se te tivesse visto ao vivo e a cores... Já está nas coisas para fazer antes de morrer: Ver um concerto do Bryan Adams ao vivo. É que nem há outra hipótese!
sábado, 2 de junho de 2012
Um pouco aleatório... E lamechas
Odeio a minha tendência para ficar insegura repentinamente. E sem razão... Só porque sim. Perco a vontade de sorrir, mesmo que haja motivos para tal. Deixa-me com um aperto no peito... Dos grandes. Quando é mais grave, não páro de tremer. E normalmente, não sei o que fazer... Não sei como mudar, porque não sei a origem. Nem sequer sei se há origem para além de eu mesma.
Inseguranças à parte, a citação da imagem diz algo com que concordo. Há a música que diz que "ninguém é de ninguém", mas eu acho que somos de alguém quando não queremos ser de mais ninguém. O segredo está em sentirmo-nos de alguém... Não em sentir alguém nosso. Se tivermos sorte, a outra pessoa sente o mesmo... E, para além de sermos dessa pessoa, essa pessoa é nossa. E é perfeito.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Seguindo a lógica do post anterior...
Vou ter que mudar de nome. Não acabei a série de exercícios; logo, não me chamo i. Ain... Seja como for, bom dia. :) Eu, para variar, vou-me enfiar numa qualquer Biblioteca da Universidade de Lisboa. Que emocionante.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
random things
. Olha eu a dizer random.
. A minha mãe consegue sempre fazer pior do que aquilo que eu imaginaria.
. Estou a morrer de saudades duns certos olhos verdes.
. Cálculo continua a ser mandarim para mim. Começo a achar que estou em Estudos Asiáticos.
. Estou mal-disposta.
. Tenho que acabar esta série de exercícios esta noite ou eu não me chamo i.
. Estou descrente.
. O que eu dava para o ver agora mesmo... Para o ter pertinho de mim.
. Odeio pessoas que se enganam quando eu peço sem queijo e sem tomate.
. Estou cansada de histórias da treta de ex-namorados.
Pfff, não tarda estou a dizer que tenho 18 anos e que sou responsável
A minha mãe é um ser extremamente engraçado. Para o que lhe interessa, eu já tenho dezoito anos e já sou crescidinha para ter juízo e para uma imensidão de coisas chatas. Regra geral, até correspondo com as expectativas. Mas depois... Há aquelas traumas na cabecinha dela que idade nenhuma minha consegue tirar. É o "Mãe, estamos todos a combinar a ir ao Sudoeste...", em que ela responde "Todos não, tu não estás, sabes perfeitamente que não sou apologista dessas coisas". Deste eu até já estava à espera e já sabia qual ia ser a reacção... Isto porque eu só fui ao Rock in Rio por lhe ter dito coisas do tipo "Olha, fica sabendo que vou comprar o bilhete e vou mesmo" e "Já comprei o bilhete". O que me chocou foi, há bocado, acabadinha eu de acordar, quando ela me disse "Olha, precisamos de falar. A tua tia já me falou da vossa suposta ida à Isla Mágica. Eu não vou àquela porcaria e acho que também não devias ir. Se quiseres ir, vais, mas eu não sou a favor". What? Mas qual é o mal de eu ir a Sevilha um dia e voltar? Lá por ela ter medinho de tudo, eu não posso viver em função dos receios estúpidos dela. O que me lixa é que passo a vida a ceder a estas chantagens emocionais... Eu sei que sou a única pessoa no mundo com quem a minha mãe pode contar a sério e depois ela faz de mim o que quer com aquele tom de voz e aquele "se quiseres ir, vai". Tenho passado a vida nisto... E eu tenho muita paciência e compreendo muita coisa, mas se ela tem ali traumas por resolver, vá ao psicólogo ou ao psiquiatra. Mas deixe-me em paz com estas coisas! Viver em função de medos já é mau, quanto mais viver em função dos medos de outra pessoa...
sunrise
Acabei de olhar para o lado... Tenho as persianas do quarto meio abertas. O dia já está a nascer. E eu para aqui estou, ainda com o Cálculo. Finalmente, percebi as maravilhas do Red Bull. Resta saber se vai valer a pena... É que ver o nascer do Sol não me parece simpático, tendo em conta que daqui a três ou quatro horas deveria estar a acordar...
O dom da asneira
Hoje uma colega minha pediu-me ajuda para escrever uma coisa. Dizia ela que eu tenho o dom da palavra... Eu tenho é o dom da asneira, isso sim. Falar sem pensar dá sempre porcaria. E eu tenho que perceber que, por vezes, mais importante do que as consequências e o modo como são interpretadas, é o propósito com que as coisas são ditas ou feitas. Ainda por cima, quando sinto que magoo certas pessoas, magoo-me a mim mesma. Parte-me o coração fazê-lo... Mas só quando volto a mim me apercebo das asneiradas que cometo. Sinto-me uma criança quando ajo assim. E das ridículas.
Cálculo Diferencial e Integral II, meu amor
Não percebo porque é que temos que ter este relacionamento complicado. A sério. É que eu gostava tanto de ser feliz contigo... Um esforço da minha parte, um esforço da tua... Achas que ainda vamos a tempo de termos uma relação a sério? Alguém tinha que ceder... Desta vez fui eu. Tudo por ti, meu querido Cálculo.
E já que é para insistir em música e na RFM...
Passarem esta musiquinha duas madrugadas de seguida é razão para me pôr a deprimir ao relembrar a melhor semana da minha vida. Não é que isso seja mau... Arranca-me sorrisos e sei que a aproveitei super bem. Ainda assim, deixa-me vulnerável e toda "mimimi, eu quero mais". E pensar no momento específico em que passou esta música é completamente indescritível. Juntinho a ele, fez tanto sentido ouvir "mulher, tu sabes o quanto eu te amo, o quanto eu gosto de ti". Oh, God... Que pirosa!
Afinal odeio a RFM
Metem-me a vozeirona da Mariana Domingues a cantar Adele a passar na rádio, fazem-me ir ouvir a original em modo repeat. E é de conhecimento geral que deprimir à grande e à francesa é ao som das músicas de cortar os pulsos desta senhora...
terça-feira, 29 de maio de 2012
E o que eu gosto de ouvir música enquanto estudo?
Passo a gostar ainda mais da RFM quando passam músicas como esta.
O problema é que eu até gosto disto
No dia em que eu perceber alguma coisa de Cálculo Diferencial e Integral II, ergo uma estátua em homenagem a mim mesma. Dizem que isto é giro... Eu acredito. Só é pena não perceber nada.
Não queeerooooo
A i. não quer :(
Mas a minha mãe está-me sempre a dizer que o que tem que ser, tem muita força.
E, mais que não seja por ela, tenho mesmo que estudar.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
A dor do adeus
As lágrimas quiseram assomar-se quando virei as costas, mas não deixei. Já o meu pai dizia que tudo tem vantagens e inconvenientes... E o grande inconveniente de passar com ele momentos mais do que perfeitos é que têm um fim. Sempre demasiado rápido. Não me consigo habituar a ter que dizer "adeus" ou até mesmo "até já"... E também não vai ser agora que vou ficar melhor de cada vez que nos despedimos. A proximidade dos exames faz com que o tempo útil para nos encontrarmos seja cada vez menor... As aulas terminaram hoje, já não o vou ver nem por acaso. E depois... Depois vêm as férias. Nunca gostei da distância que isso representa. Da insegurança e dos medos que daí advêm. Contudo, o pior são as saudades... A vontade de o ter por perto. Só eu sei o quanto valorizo o facto de o ter pertinho de mim. E isso não me vai ser possível...
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