sexta-feira, 8 de junho de 2012

♥♥

Get a room, PLEASE


Felizmente, não sou homofóbica. Não tenho nada contra as pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo, ou de ambos... Vivo com isso sem o mínimo de problema. Eu não poderia gostar de raparigas? Epá, não calhou, gosto mesmo é de homens, mas qualquer um poderia estar sujeito, eu acho. Contudo, o facto de não ter nada contra não impede que, em certas ocasiões, me faça uma certa impressão.
Na minha faculdade, desde que um casal homossexual se evidenciou mais, lembraram-se todos que também podia e toca a soltar a franga. Beijinhos e abracinhos e mãos dadas e notar-se intimidade... Tudo bem. Agora porem-se em bancos da faculdade, um em cima do outro, a comerem-se à grande... Poupem-me!
De facto, subscrevo isto na íntegra para casais heterossexuais. Já vi um menino e uma menina deitados lá na relva, ele em cima dela, todos contentes, e não gostei nada... Há coisas que não se devem fazer na rua. Pelo menos, em sítios tão públicos. Controlem-se! Pelo bem do nosso estômago, que dá algumas voltas quando se depara com certas situações.

stupid girl


Acabei de chegar à conclusão que esta foi a semana em que mais disse ou fiz coisas das quais me arrependi e tive que pedir desculpa. Às vezes peço desculpa um pouco desnecessariamente... Mas não nesta semana. Isto não pode continuar. Ninguém tem culpa que eu ande mal-disposta e com vontade de trepar paredes (e no caminho matar alguém).

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Mais do mesmo


- Mãe, olha, tive 16 na parte prática de Anatomia e Fisiologia.
- Já não é mau, podia ser pior.

O que é feito da minha mãe que ficava contente só por eu passar? Só passou um semestre desde essa altura... Volta lá. Moralizava-me mais!
Seja como for, vou voltar ao estudo, que esta nota não me leva a lado nenhum nas outras disciplinas. Aliás, nem mesmo em Anatomia e Fisiologia, porque preciso de 10 em ambas as componentes (prática e teórica). E vejo o tempo a passar, a minha insegurança a aumentar e a vontade de estudar a diminuir... O costume, portanto.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ao cuidado das pessoas que frequentam o mesmo curso que eu


Então é assim, amiguinhos: há uma série de coisas que têm que saber, para bem da vossa integridade física. Se gostam pouco de levar porrada e não gostam quando as pessoas vos gritam, não se podem meter comigo, quando uma série de factores se conjugam na minha pessoa:
(i) poucas horas de sono, e ainda mal dormidas, em inúmeras noites consecutivas;
(ii) exame frustrante escrito à pressa;
(iii) fome fome fome fome fome fome;
(iv) cinquenta minutos de pé passados na fila da cantina, para matar o (iii).
É que podem armar-se em engraçados à vontadinha. Só se arriscam a levar uns quantos berros depois de serem parvos consecutivamente. E depois não gostam, pois... Quem vos avisa, vosso amigo é. Há alturas em que o estado de espírito tem que ser respeitado.

Entretanto...


A vontade de lhe dar beijinhos foi bem compensada. E agora... Vou voltar às respostas lindas. Comente sobre o papel dos lasers em laparoscopia, em diagnóstico e em terapia, dizem eles... Ai, que lindo. Apetece-me imenso. Mas amanhã às 09h... Exame! Portanto, siga.

domingo, 3 de junho de 2012

Acho que devias vir a correr dar-me um beijinho depois de leres isto


Neste momento...
Ele está a minha frente.
Eu tenho um pé entre as pernas dele.
Ele está a divertir-se com exercícios.
Eu estou a divertir-me com respostas de duas páginas.
Apetece-me levantar-me e ir dar-lhe mil beijinhos.
Maaaaas não vou ser uma má namorada. Vou deixá-lo estudar.
Estou bem lixadinha com o primeiro exame amanhã. Just saying.

Querido Bryan


Foi emocionante só de te ouvir na rádio, nem quero imaginar o que seria feito do meu coraçãozinho se te tivesse visto ao vivo e a cores... Já está nas coisas para fazer antes de morrer: Ver um concerto do Bryan Adams ao vivo. É que nem há outra hipótese!

sábado, 2 de junho de 2012

Um pouco aleatório... E lamechas


Odeio a minha tendência para ficar insegura repentinamente. E sem razão... Só porque sim. Perco a vontade de sorrir, mesmo que haja motivos para tal. Deixa-me com um aperto no peito... Dos grandes. Quando é mais grave, não páro de tremer. E normalmente, não sei o que fazer... Não sei como mudar, porque não sei a origem. Nem sequer sei se há origem para além de eu mesma.
Inseguranças à parte, a citação da imagem diz algo com que concordo. Há a música que diz que "ninguém é de ninguém", mas eu acho que somos de alguém quando não queremos ser de mais ninguém. O segredo está em sentirmo-nos de alguém... Não em sentir alguém nosso. Se tivermos sorte, a outra pessoa sente o mesmo... E, para além de sermos dessa pessoa, essa pessoa é nossa. E é perfeito.

**

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Seguindo a lógica do post anterior...

Vou ter que mudar de nome. Não acabei a série de exercícios; logo, não me chamo i. Ain... Seja como for, bom dia. :) Eu, para variar, vou-me enfiar numa qualquer Biblioteca da Universidade de Lisboa. Que emocionante.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

random things


. Olha eu a dizer random.
. A minha mãe consegue sempre fazer pior do que aquilo que eu imaginaria.
. Estou a morrer de saudades duns certos olhos verdes.
. Cálculo continua a ser mandarim para mim. Começo a achar que estou em Estudos Asiáticos.
. Estou mal-disposta.
. Tenho que acabar esta série de exercícios esta noite ou eu não me chamo i.
. Estou descrente.
. O que eu dava para o ver agora mesmo... Para o ter pertinho de mim.
. Odeio pessoas que se enganam quando eu peço sem queijo e sem tomate.
. Estou cansada de histórias da treta de ex-namorados.

Pfff, não tarda estou a dizer que tenho 18 anos e que sou responsável


A minha mãe é um ser extremamente engraçado. Para o que lhe interessa, eu já tenho dezoito anos e já sou crescidinha para ter juízo e para uma imensidão de coisas chatas. Regra geral, até correspondo com as expectativas. Mas depois... Há aquelas traumas na cabecinha dela que idade nenhuma minha consegue tirar. É o "Mãe, estamos todos a combinar a ir ao Sudoeste...", em que ela responde "Todos não, tu não estás, sabes perfeitamente que não sou apologista dessas coisas". Deste eu até já estava à espera e já sabia qual ia ser a reacção... Isto porque eu só fui ao Rock in Rio por lhe ter dito coisas do tipo "Olha, fica sabendo que vou comprar o bilhete e vou mesmo" e "Já comprei o bilhete". O que me chocou foi, há bocado, acabadinha eu de acordar, quando ela me disse "Olha, precisamos de falar. A tua tia já me falou da vossa suposta ida à Isla Mágica. Eu não vou àquela porcaria e acho que também não devias ir. Se quiseres ir, vais, mas eu não sou a favor". What? Mas qual é o mal de eu ir a Sevilha um dia e voltar? Lá por ela ter medinho de tudo, eu não posso viver em função dos receios estúpidos dela. O que me lixa é que passo a vida a ceder a estas chantagens emocionais... Eu sei que sou a única pessoa no mundo com quem a minha mãe pode contar a sério e depois ela faz de mim o que quer com aquele tom de voz e aquele "se quiseres ir, vai". Tenho passado a vida nisto... E eu tenho muita paciência e compreendo muita coisa, mas se ela tem ali traumas por resolver, vá ao psicólogo ou ao psiquiatra. Mas deixe-me em paz com estas coisas! Viver em função de medos já é mau, quanto mais viver em função dos medos de outra pessoa...

Barney, Barney

sunrise


Acabei de olhar para o lado... Tenho as persianas do quarto meio abertas. O dia já está a nascer. E eu para aqui estou, ainda com o Cálculo. Finalmente, percebi as maravilhas do Red Bull. Resta saber se vai valer a pena... É que ver o nascer do Sol não me parece simpático, tendo em conta que daqui a três ou quatro horas deveria estar a acordar...

O dom da asneira


Hoje uma colega minha pediu-me ajuda para escrever uma coisa. Dizia ela que eu tenho o dom da palavra... Eu tenho é o dom da asneira, isso sim. Falar sem pensar dá sempre porcaria. E eu tenho que perceber que, por vezes, mais importante do que as consequências e o modo como são interpretadas, é o propósito com que as coisas são ditas ou feitas. Ainda por cima, quando sinto que magoo certas pessoas, magoo-me a mim mesma. Parte-me o coração fazê-lo... Mas só quando volto a mim me apercebo das asneiradas que cometo. Sinto-me uma criança quando ajo assim. E das ridículas.

Cálculo Diferencial e Integral II, meu amor


Não percebo porque é que temos que ter este relacionamento complicado. A sério. É que eu gostava tanto de ser feliz contigo... Um esforço da minha parte, um esforço da tua... Achas que ainda vamos a tempo de termos uma relação a sério? Alguém tinha que ceder... Desta vez fui eu. Tudo por ti, meu querido Cálculo.

E já que é para insistir em música e na RFM...


Passarem esta musiquinha duas madrugadas de seguida é razão para me pôr a deprimir ao relembrar a melhor semana da minha vida. Não é que isso seja mau... Arranca-me sorrisos e sei que a aproveitei super bem. Ainda assim, deixa-me vulnerável e toda "mimimi, eu quero mais". E pensar no momento específico em que passou esta música é completamente indescritível. Juntinho a ele, fez tanto sentido ouvir "mulher, tu sabes o quanto eu te amo, o quanto eu gosto de ti". Oh, God... Que pirosa!

Afinal odeio a RFM


Metem-me a vozeirona da Mariana Domingues a cantar Adele a passar na rádio, fazem-me ir ouvir a original em modo repeat. E é de conhecimento geral que deprimir à grande e à francesa é ao som das músicas de cortar os pulsos desta senhora...

terça-feira, 29 de maio de 2012

E o que eu gosto de ouvir música enquanto estudo?


Passo a gostar ainda mais da RFM quando passam músicas como esta.

O problema é que eu até gosto disto


No dia em que eu perceber alguma coisa de Cálculo Diferencial e Integral II, ergo uma estátua em homenagem a mim mesma. Dizem que isto é giro... Eu acredito. Só é pena não perceber nada.

Não queeerooooo


A i. não quer :(
Mas a minha mãe está-me sempre a dizer que o que tem que ser, tem muita força.
E, mais que não seja por ela, tenho mesmo que estudar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A dor do adeus


As lágrimas quiseram assomar-se quando virei as costas, mas não deixei. Já o meu pai dizia que tudo tem vantagens e inconvenientes... E o grande inconveniente de passar com ele momentos mais do que perfeitos é que têm um fim. Sempre demasiado rápido. Não me consigo habituar a ter que dizer "adeus" ou até mesmo "até já"... E também não vai ser agora que vou ficar melhor de cada vez que nos despedimos. A proximidade dos exames faz com que o tempo útil para nos encontrarmos seja cada vez menor... As aulas terminaram hoje, já não o vou ver nem por acaso. E depois... Depois vêm as férias. Nunca gostei da distância que isso representa. Da insegurança e dos medos que daí advêm. Contudo, o pior são as saudades... A vontade de o ter por perto. Só eu sei o quanto valorizo o facto de o ter pertinho de mim. E isso não me vai ser possível...

domingo, 27 de maio de 2012

I want a love like...

RIR 2012 - Eu fui! ou It was amazing!!


Estreei-me em festivais na passada sexta-feira e tenho a dizer que foi LINDO! Comprei o bilhete para o dia 25 de Maio principalmente por causa dos Metallica (só eu sei o que me custou não ir ontem também...), mas não me arrependo nadinha do dia que escolhi. Foi perfeito! Nem a dor nos pés que eu já levava estragou o tempinho que passei no Parque da Bela Vista. Nem tenho palavras para descrever.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Oh, Deus da Gula!


Estou a comer bolachas torradas com Nutella e o prazer que isto me proporciona não me permite ser racional e parar.

A maluquinha da Carris

Tenho medo de pessoas que cantam a "All together now" a todos os pulmões no autocarro, de forma tresloucada.

Divirto-me com pouco


Desculpem, mas, para mim, esta é a melhor brincadeira do Google de sempre!
Sou uma criança feliz a tocar musiquinhas.

Neste momento


Pesquisas vagas sobre o Electrocardiograma, acompanhadas de néctar de laranja, banana, cenoura e kiwi e de pensamentos dispersos. Gosto de noites calminhas... Apesar de estar a entrar em pânico e a sentir-me mal comigo mesma por continuar sem estudar. O meu cérebro anda cada vez mais paralisado!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mudanças precisam-se


Este blogue está a precisar de uma mudança de visual drástica. Preciso de algo mais sóbrio, que não me canse tanto de cada vez que acedo à página. Mas e a falta de tempo? Eu vou mas é estudar, que a oral de amanhã não vai ser depois só por me apetecer andar a brincar com imagens e cores.