Mostrar mensagens com a etiqueta relações humanas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta relações humanas. Mostrar todas as mensagens

sábado, 26 de janeiro de 2013

:(

Hoje acordei com a minha mãe a chegar a casa, destroçada. Uma amiga dela tinha perdido o filho para sempre. Com vinte e poucos anos, morreu num acidente de carro. A minha mãe deixa-se ir abaixo muito facilmente, principalmente com estas coisas, por isso tentei apoiá-la ao máximo, apesar de saber que não é ela quem mais precisa de apoio agora... A vida é tão fugaz e já nem sei se nos pertence. Não pude deixar de pensar em como a mãe desse rapaz é das pessoas com mais fé em Deus que conheço. Disse-o mesmo à minha mãe... É bom ter algo em que acreditar, é verdade, faz-nos sentir mais seguros e acompanhados, por vezes. Mas de que é que isso serve, nestes momentos? Isto não significa que eu perdi a minha fé, não. Tem fases trémulas e sou muito crítica, no que a isso diz respeito... Simplesmente acho que não podemos gerir a nossa vida consoante algo maior, porque só podemos contar com o que temos aqui.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Divagação de quem está a estudar Programação

Dizerem-me que só percebo o que damos em Programação porque o meu namorado está a estudar Engenharia Informática é o mesmo que me dizerem que no Secundário era boa a Educação Física porque o meu ex-namorado estava em Desporto. A propósito, eu sou mesmo uma porcaria em TUDO o que implique mexer o rabo do sofá.
Aqui para nós que ninguém nos ouve, fico lixadinha da vida quando me dizem essas coisas... Mas passa relativamente rápido e deixo de ligar ao que dizem. É a minha sorte... Até sei lidar muito bem com certas boquinhas, porque o efeito é pouco duradouro. Bitches.

domingo, 25 de novembro de 2012

Depois de uma conversa sobre relações e coisas do género


Ao contrário do que muitas pessoas às vezes me dizem, acho que o amor também precisa de rotinas. Quando uma relação é totalmente imprevisível, cansa pelos esforços não compensados... E há hábitos bons, que sabem ainda melhor ao serem partilhados com a pessoa que mais amamos. Contudo, já concordo quando falamos em monotonia, em vez de rotina. Acho que são termos confundidos, quando se fala destas coisas. Aí, sim... A monotonia, a incapacidade de nos surpreendermos... São factores que podem matar muita coisa, mesmo que haja amor.

domingo, 21 de outubro de 2012

Do meu aniversário


Pela segunda vez consecutiva, o dia 19 de Outubro não foi marcado pela escrita. Por acaso, gosto de escrever no meu dia de anos... Ajuda-me a arrumar as ideias e a acalmar.
Este ano, "casei os anos", como se costuma dizer. Fiz os 19 no dia 19 e, pela primeira vez em muito tempo, quis comemorar com um jantar e uma saída com as pessoas que estavam em Lisboa de quem eu mais gosto. Regra geral, até prefiro ter um dia calminho, junto dos mais importantes... Contudo, achei que merecia. Confesso que estava cheia de vontade de dar um abraço à mãe mais galinha de sempre, mas isso teve que esperar por hoje.
Além disso, foi uma data importante, na medida que cometi a loucura de marcar o exame de código para o meu dia de anos às 09h30... E PASSEIIIIII! Foi uma boa prenda.
Vai ser o meu último ano antes do pesadelo de mudar o dígito das dezenas, mas tenho um good feeling em relação aos 19. Até agora, os 18 superaram tudo e representaram, de facto, o melhor ano da minha vida. Porém, apesar de a vida não ser um mar de rosas, a verdade é que tenho sorte em imensas coisas! Tenho um namorado que amo mais do que muito, os melhores amigos do mundo, colegas impecáveis, uma família que me adora, a sorte de poder estar na faculdade e já não tenho os problemas de saúde de outrora. Sim, faltam-me elementos importantes e um deles gera sempre um turbilhão de emoções no dia do meu aniversário. As recordações dos inúmeros 19's de Outubro até aos quinze anos, a saudade fulminante e a tristeza por nunca mais poder partilhar este dia com Ele. As lágrimas são controladas n vezes, mas também são enviados sorrisos e pensamentos. Sei que no meu coração está de certeza e isso acalma-me.
Enfim... Foi um bom dia. Mais importante do que tudo, foram as pessoas que se preocuparam em estar comigo, em telefonar, em mandar mensagem. Para mim, são sempre as pessoas que fazem os momentos e com que isto valha a pena.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Resumindo e concluindo


Metade do dia: Recebi uma boa nota num teste de Mecânica, recebi um pedido para ser madrinha de Praxe, tinha algumas expectativas em relação a outras coisas...

Outra metade do dia: Desilusões atrás de desilusões. Sinto-me uma merda e a pior pessoa do mundo por confiar nas pessoas e por esperar que sejam para mim o mesmo que sou para elas. Ataques de choro constantes. Não me lembro do último pensamento bom que tive... Acho que foi quando comecei (feita estúpida) a pensar que precisava dum abraço... E a imaginá-lo. Ah, mas a seguir desatei a chorar.

Pronto. Precisava de dizer a toda a gente que isto está uma merda.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Há coisas que não se aprendem

Marilyn Monroe

Sabem aquelas pessoas parvas que acham que os outros são capazes de fazer por si o que as mesmas fazem por eles? Eu sou assim. Por mais chapadas na cara e pontapés no rabo que leve, acredito sempre que, se eu faço determinada coisa por alguém, esse alguém também seria capaz de fazer por mim. E pronto... É desilusão na certa. Uma e outra e outra vez. Pode até não ser nada de grave, mas continuo a ficar desiludida... Raio da miúda que não aprende!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O maior problema da proximidade

Uma das coisas que mais me magoa no mundo é magoar as pessoas de quem mais gosto. Sei que é relativamente "normal"... São as pessoas que passam mais tempo connosco, com quem falamos mais, que nos "aturam" mais... Contudo, isso nem sempre é desculpa e sei que podia evitar dizer certas coisas que, por vezes, digo sem sequer pensar. Mesmo assim, penso que até tenho melhorado imenso e já respiro antes de dizer coisas que, simplesmente, não valem a pena.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Respira pausadamente, i.

(apesar dos meus momentos "não tenho nada contra ela")

Gosto tanto de uma certa ex, que até lhe comprava
uma viagem toda fofinha para um destino paradisíaco.


Só de ida. E permanente.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Relações com trastes? Não quero, obrigada.

Depois de ler isto, da Pipoca, dou por mim a pensar nas histórias que conheço assim. De mulheres com idade para ter juízo e que continuam a ir na cantiga do bandido de autênticos trastes. Se as tentarem fazer abrir os olhos, vão apenas dizer coisas que elas já sabem... Que têm que cortar relações de todo, que mais vale só do que mal acompanhadas, que eles não as merecem... E tantas coisas mais do que óbvias, que sim, elas sabem! Mas a porra do amor e a falta de amor próprio não as deixam libertarem-se... Espero nunca passar por isto, mas nunca se sabe. Se calhar, seria bem capaz de correr atrás de quem não me merecia, não sei, não devia julgar. Quando julgo, há quem me diga "reza para nunca passares pelo mesmo" e é bem verdade. Mas de uma coisa tenho a certeza: quando elas finalmente tiverem a coragem de virar as costas sem nunca mais olhar para trás, vai haver muita solidão no coração desses trastes. É que eles gostam muito de andar a rodá-las, mas são poucas as que os valorizam e lhe dão aquilo de que eles mais precisam.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lisboa, sabe bem com a vida ♥ [take II] ou "É o destino e as voltas que a gente lhe dá"

Nunca fui de acreditar no destino. Faço a minha mãe parecer uma idiota quando se põe com essas conversas. O meu pai dizia que "é o destino e as voltas que a gente lhe dá". Acho que tinha aprendido esta célebre frase com uma das suas avós... Eu concordo. O nosso querer também interfere muito. Mas, de facto, há muitas coisas que ocorrem nas nossas vidas que não podemos controlar...
Nos últimos dias, tenho dado por mim a pensar na minha vinda para Lisboa. Foi o que quis durante imenso tempo - anos, até! - e, de repente, o sonho mudou... Quis outra cidade. Mais pequena. Mais acolhedora. Mais académica. Quis Coimbra. Sentia que só as margens do Mondego me poderiam trazer o que eu procurava. Sentia que só poderia ser realmente feliz se fosse para lá. Mas precisava duma média... Pela qual eu lutei, na recta final. Um exercício que eu não passei da folha de rascunho para a "oficial" no exame de Matemática, que me valeram 15 pontos a menos. Respostas estúpidas nas escolhas múltiplas no exame de Física e Química, que me valeram uns 20 pontos a menos também... A média ia descendo, assim como quem não quer a coisa, apesar de eu saber as coisas (bons tempos de Secundário...). E, frustração aqui, irritação ali, Lisboa acabou por ser o meu destino.
Ainda houve quem dissesse "Queres Coimbra, luta por Coimbra, tens a 2.ª e a 3.ª fase e montes de cursos dos quais gostas". Mas sabem aquela sensação, de que há males que vêm por bem, e de que se calhar até estamos no sítio certo? Foi o que senti. Houve outras alturas, posteriormente, em que senti que tinha fugido dos meus sonhos, só por ser mais fácil... Mas não. Apenas tudo fez sentido aqui...
Hoje sinto que não podia controlar nenhuma daquelas pequenas coisas que me fizeram não entrar em Coimbra e que sempre achei que se deviam à minha burrice. Mesmo que isto seja verdade, se calhar a minha burrice teve uma razão de ser... É que tenho a certeza absoluta que este é o sítio onde eu deveria estar. Mantive as pessoas mais importantes que já tinha na minha vida e outras pessoas fantásticas entraram. Não me posso queixar em nada do grupinho porreiro que tenho no meu curso, com pessoas que valorizo muito. Já para não falar do rapaz mais do que querido que tive a sorte de encontrar e que tem o dom de me fazer a rapariga mais sortuda do mundo por tê-lo ao meu lado.
Se em Coimbra poderia ter tudo isto? Nunca saberei. Mas sinto que não há outro sítio no mundo em que faça tanto sentido eu estar como o sítio onde estou. Mesmo que a faculdade não vá de vento em popa, tenho a certeza que isto - um dia - irá ao sítio. E sim, é mesmo aqui que eu deveria estar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A-DO-RO


Há raparigas que se passam porque os namorados lhes chamam o mesmo que chamavam às ex-namoradas. Ou porque lhes mandam coisas fofinhas idênticas. A mim não me faz a mínima impressão... São outras épocas.
O que é mesmo à boss-super-porco é mandar, na mesma altura, coisas iguais a raparigas diferentes. Imagens, citações, músicas... Isso sim. Já me aconteceu aperceber-me que eu era uma dessas vítimas. Sinceramente? É coisa para dar vontade de rir. Há rapazes que são mesmo seres limitadinhos. E cabrõezinhos.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Get a room, PLEASE


Felizmente, não sou homofóbica. Não tenho nada contra as pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo, ou de ambos... Vivo com isso sem o mínimo de problema. Eu não poderia gostar de raparigas? Epá, não calhou, gosto mesmo é de homens, mas qualquer um poderia estar sujeito, eu acho. Contudo, o facto de não ter nada contra não impede que, em certas ocasiões, me faça uma certa impressão.
Na minha faculdade, desde que um casal homossexual se evidenciou mais, lembraram-se todos que também podia e toca a soltar a franga. Beijinhos e abracinhos e mãos dadas e notar-se intimidade... Tudo bem. Agora porem-se em bancos da faculdade, um em cima do outro, a comerem-se à grande... Poupem-me!
De facto, subscrevo isto na íntegra para casais heterossexuais. Já vi um menino e uma menina deitados lá na relva, ele em cima dela, todos contentes, e não gostei nada... Há coisas que não se devem fazer na rua. Pelo menos, em sítios tão públicos. Controlem-se! Pelo bem do nosso estômago, que dá algumas voltas quando se depara com certas situações.

stupid girl


Acabei de chegar à conclusão que esta foi a semana em que mais disse ou fiz coisas das quais me arrependi e tive que pedir desculpa. Às vezes peço desculpa um pouco desnecessariamente... Mas não nesta semana. Isto não pode continuar. Ninguém tem culpa que eu ande mal-disposta e com vontade de trepar paredes (e no caminho matar alguém).

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ao cuidado das pessoas que frequentam o mesmo curso que eu


Então é assim, amiguinhos: há uma série de coisas que têm que saber, para bem da vossa integridade física. Se gostam pouco de levar porrada e não gostam quando as pessoas vos gritam, não se podem meter comigo, quando uma série de factores se conjugam na minha pessoa:
(i) poucas horas de sono, e ainda mal dormidas, em inúmeras noites consecutivas;
(ii) exame frustrante escrito à pressa;
(iii) fome fome fome fome fome fome;
(iv) cinquenta minutos de pé passados na fila da cantina, para matar o (iii).
É que podem armar-se em engraçados à vontadinha. Só se arriscam a levar uns quantos berros depois de serem parvos consecutivamente. E depois não gostam, pois... Quem vos avisa, vosso amigo é. Há alturas em que o estado de espírito tem que ser respeitado.

sábado, 2 de junho de 2012

Um pouco aleatório... E lamechas


Odeio a minha tendência para ficar insegura repentinamente. E sem razão... Só porque sim. Perco a vontade de sorrir, mesmo que haja motivos para tal. Deixa-me com um aperto no peito... Dos grandes. Quando é mais grave, não páro de tremer. E normalmente, não sei o que fazer... Não sei como mudar, porque não sei a origem. Nem sequer sei se há origem para além de eu mesma.
Inseguranças à parte, a citação da imagem diz algo com que concordo. Há a música que diz que "ninguém é de ninguém", mas eu acho que somos de alguém quando não queremos ser de mais ninguém. O segredo está em sentirmo-nos de alguém... Não em sentir alguém nosso. Se tivermos sorte, a outra pessoa sente o mesmo... E, para além de sermos dessa pessoa, essa pessoa é nossa. E é perfeito.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O dom da asneira


Hoje uma colega minha pediu-me ajuda para escrever uma coisa. Dizia ela que eu tenho o dom da palavra... Eu tenho é o dom da asneira, isso sim. Falar sem pensar dá sempre porcaria. E eu tenho que perceber que, por vezes, mais importante do que as consequências e o modo como são interpretadas, é o propósito com que as coisas são ditas ou feitas. Ainda por cima, quando sinto que magoo certas pessoas, magoo-me a mim mesma. Parte-me o coração fazê-lo... Mas só quando volto a mim me apercebo das asneiradas que cometo. Sinto-me uma criança quando ajo assim. E das ridículas.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ain!

(isto sou só eu a exagerar, porque na verdade não tenho nada de concreto contra a moça)

A-DO-RO ex-namoradas que insistem em fazer-se notar. Hey, look at me, I'm here! Bitch, please. Eu sei que existes. Acalma a passarinha.

E ela agora vai descobrir isto e eu vou ser a namorada eternamente incomodada. Mas não... Só me dá graça (e dá mesmo) que ela adore mostrar-me que está lá. Calma, miúda! Sim?

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Giro, giro


Giro, giro... Era um momento deprê com esta música e a chorar baba e ranho. Até que me apetecia. Mas não! A i. é uma menina crescidinha que se vai comportar decentemente e não vai chorar. Não meeeeeesmo. *pensar em borboletinhas a voar e pássaros a cantar* *respirar* *respirar* *grrrr* *respirar*

Prestes a rebentar

Podem dizer muitas coisas más a meu respeito, que eu continuo cá na minha, ou bem lá perto. Mas, pessoas que me conhecem (ou pensava eu...) porem em causa os meus valores... Dá cabo de mim. Deixa-me de lágrimas prestes a explodir. Com uma vontade incrível de chorar e de o mandar à merda e de lhe dizer para me respeitar ou para nunca mais me dirigir palavra. Encho-me de paciência e tento explicar a realidade, mas as respostas pouco elaboradas, de quem não sabe como argumentar, não me dão grande material para responder. E fico assim... Frustrada com a pequenez de certos cérebros, de quem eu gostei tanto.